- Roger Machado foi demitido do São Paulo após a derrota por 3 a 1 para o Juventude, que eliminou o Tricolor da Copa do Brasil.
- Arnaldo Ribeiro classificou a decisão como “crônica de uma morte anunciada” e atribuiu a crise à troca de Hernán Crespo por Roger.
- O comentarista afirmou que a troca transferiu a crise institucional para o time, com duas derrotas na semana-chave contribuindo para a demissão.
- Ele disse que a saída expôs o clube sem comando, destacando a demissão no vestiário e a ausência do presidente Massis no momento.
- O São Paulo seria hoje um clube acéfalo, com dificuldades para contratar um novo técnico devido ao contexto político do clube.
A demissão de Roger Machado do São Paulo ocorreu horas após a derrota por 3 a 1 para o Juventude, que tirou o Tricolor da Copa do Brasil. A mudança marcou o fim de uma passagem conturbada sob a direção técnica do treinador.
O episódio é visto como reflexo de uma crise institucional que, segundo observadores, foi transferida para o futebol pela troca de Hernán Crespo por Roger. A diretoria entendia que a troca teria impactos estratégicos, mas a decisão intensificou o desgaste no elenco.
Quando houve a demissão, o local foi o vestiário do São Paulo em Caxias do Sul, após a derrota. O clube não comunicou o ato com antecedência de forma tradicional, o que levantou questionamentos sobre a estrutura de comando. A ausência do presidente na ocasião foi mencionada como fator de instabilidade.
Contexto da demissão
A leitura de analistas aponta que a troca de treinador contribuiu para a crise interna do clube, com repercussões no desempenho do time. A comunicação interna, segundo relatos, não seguiu o padrão de demissões anteriores, o que gerou desorganização perceptível entre jogadores e comissão técnica.
O São Paulo hoje enfrenta o desafio de definir nova liderança técnica sem confirmar adesões de nomes ainda em avaliação. A situação destaca dificuldades de gestão e de planejamento em meio a ciclos políticos do clube.
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