- O Vasco cobrou ajustes no gramado de São Januário da empresa Greenleaf, responsável pela manutenção, citando que a altura da grama não atende ao padrão do clube.
- A avaliação é de que o tamanho atual da grama influencia a dinâmica dos jogos em casa, com variações entre jogos anteriores.
- Atletas, comissão técnica de Renato Gaúcho e a direção do Vasco estariam incomodados com a dificuldade da empresa em acertar o corte.
- Existe a possibilidade de troca de empresa caso a situação persista; no empate contra o Paysandu, o gramado foi apontado como prejudicial a Saldivia no lance do gol contra.
- A Greenleaf substituiu o gramado de São Januário no fim do ano passado, com a grama Bermuda Celebration, também usada no CT Moacyr Barbosa e em outros campos da elite brasileira, como o Maracanã.
O Vasco cobrou ajustes no gramado de São Januário, alegando que a altura da grama não atende ao padrão desejado. O clube afirma que o estado do campo influencia a dinâmica dos jogos em casa e pediu mudanças à empresa responsável pela manutenção, a Greenleaf.
A insatisfação é compartilhada internamente. Em partidas recentes, a grama foi cortada em alturas distintas, o que deixou o ritmo de jogo irregular. Atletas, comissão técnica de Renato Gaúcho e a direção do Vasco veem o problema como recorrente.
No empate com o Paysandu, o campo foi apontado como prejudicial a Saldivia em um lance de gol contra. A Greenleaf assumiu o parque de São Januário no fim de 2023, numa reforma que incluiu troca completa do gramado e a adoção de uma nova espécie.
Histórico da intervenção
A empresa utilizou a Bermuda Celebration no plantio, já presente também no CT Moacyr Barbosa. Além de São Januário, a grama vem sendo empregada em outros estádios da elite brasileira, como o Maracanã, sinalizando uma estratégia de padronização de gramados.
Entre na conversa da comunidade