- Douglas Santos, 32 anos, jogador do Zenit, afirma que recusou a China Rússia para defender o Brasil, mantendo vivo o sonho de vestir a camisa verde e amarela.
- Ele foi chamado pela primeira vez em 2025 para jogos das Eliminatórias contra Chile e Bolívia e, desde então, tem sido utilizado com frequência por o técnico Carlo Ancelotti.
- O treinador italiano pediu que o lateral mantivesse o padrão de desempenho no clube: competitivo defensivamente e ativo quando necessário, com liberdade para jogar com personalidade.
- O jogador afirmou possuir grande respeito pela Rússia, onde construiu parte importante da carreira, mas reiterou que vestir a seleção brasileira sempre foi sua prioridade.
- Além da história de retorno, Douglas Santos acompanha a atual disputa da equipe brasileira por vaga na Copa do Mundo de 2026, citando a confiança da torcida e o objetivo de chegar o mais longe possível.
Douglas Santos revelou preferência pelo Brasil ao longo de sua carreira. O lateral-esquerdo, campeão olímpico em 2016, optou por não selar vínculo com a Rússia, mesmo naturalizado, para manter vivo o sonho de vestir a camisa verde e amarela.
Atualmente no Zenit, o jogador de 32 anos ofereceu continuidade de alto nível nos clubes e alimentou a esperança de atuar pela seleção brasileira, mesmo após ficar por quase uma década fora das chamadas. Ele seguiu trabalhando para reviver a oportunidade.
A primeira convocação que chegou foi em 2025, quando Carlo Ancelotti anunciava dois jogos das Eliminatórias: Chile e Bolívia. O técnico manteve o jogador entre os chamados, destacando regularidade e confiança na posição.
Retorno à seleção e momento atual
Douglas Santos afirmou que jamais deixou de trabalhar para reconquistar a chance de defender o Brasil, mesmo diante de sondagens pelo futebol russo. Ele ressaltou que a prioridade sempre foi a seleção.
No Zenit, o lateral continua a mostrar consistência defensiva e participação ofensiva, características que, segundo ele, ajudam a manter o nível exigido pela equipe nacional. A recente aproximação com a nova gestão técnica é destacada pelo meio.
Ancelotti e o entorno falaram sobre o retorno do jogador, destacando ajuste tático e liberdade para impor personalidade em campo. A dupla visão entre clube e seleção reforça a valorização do atleta no cenário nacional.
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