- Bahia empatou em casa com o Grêmio por 1 a 1, chegou a sete jogos sem vencer e ficou na sétima posição do Brasileirão, com 23 pontos.
- O Grêmio abriu o placar com Viery; o Bahia empatou com Sanabria e chegou a criar boas chances, mas acabou indo ao empate após a bola ter batido na trave.
- Torcedores protestaram antes, durante e após a partida, com o principal alvo sendo o técnico Rogério Ceni.
- Ceni afirmou que é um momento de baixa, destacou que o time criou mais chances que o adversário e pediu apoio da torcida.
- O treinador também desabafou sobre a pressão, defendendo a continuidade no clube e dizendo que abandonar o que se ama por ofensa é injusto.
O Bahia empatou em 1 a 1 com o Grêmio na Arena Fonte Nova neste domingo, chegando a sete jogos sem vencer. Viery abriu o placar para o Grêmio, enquanto Sanabria deixou tudo igual. O Esquadrão criou, mas encontrou a trave na busca pela virada.
A partida teve protestos antes, durante e após o apito inicial, com a torcida mirando principalmente o técnico Rogério Ceni. Ao longo do jogo, a resposta dos jogadores ficou aquém de consolidar o resultado positivo para o clube baiano.
No Brasileirão, o Bahia ocupa a sétima posição com 23 pontos. O placar mantém a diferença de atuação entre as fases da competição e o desempenho da equipe nas últimas semanas, incluindo eliminações recentes em competições nacionais.
Desabafo do técnico e reação da torcida
Rogério Ceni afirmou que há espaço para expressões dos torcedores, lamentando o empate e destacando o esforço da equipe. O treinador ressaltou que o time criou boas oportunidades, mas não houve conversão em gols, o que pesou na avaliação do jogo.
Ele também tratou da pressão da torcida e do impacto emocional do momento. O técnico destacou que o grupo trabalha com dedicação diária e que a cobrança faz parte do futebol, pedindo apoio para manter o foco e manter o alto nível de preparação.
Desempenho e contexto da temporada
Ceni pontuou que o elenco tem tido momentos de qualidade e oportunidades claras, mas precisa transformar chances em gols. O treinador citou a sequência de competições, incluindo o Campeonato Baiano, a Libertadores e a Copa do Brasil, para situar o calendário difícil.
O Bahia encerrou o jogo sem vencer há sete partidas, igualando o pior jejum da era sob o comando do treinador. O clube tentará recuperar o equilíbrio ofensivo e assegurar resultados positivos nos próximos compromissos.
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