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Seleção: goleiros vão de certeza a preocupação no ciclo

Lesões de Alisson e Ederson mantêm Brasil em alerta na vaga de goleiro, com Bento, Hugo Souza e Weverton cotados para o ciclo da Copa

Carlo Ancelotti convoca a Seleção Brasileira nesta segunda-feira (18/5), às 17h, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro - (crédito: Valdo Virgo/CB/D.A. Press)
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  • O Brasil usou cinco goleiros no ciclo: Alisson Becker, Ederson, Weverton, Bento e Hugo Souza, com técnicos diferentes ao longo do período.
  • Lesões e cortes de Alisson e Ederson elevam o alerta para a posição de titular, que dificilmente sairá de Alisson ou Ederson neste momento.
  • Bento, Hugo Souza e Weverton aparecem como opções, mas a disputa pela terceira vaga cresce em importância diante das ausências ou quedas de performance.
  • O treinador Carlo Ancelotti ressalta a importância do goleiro que joga bem com as mãos e tem avaliado Hugo Souza para reposições rápidas em cobranças de pênalti.
  • Caso não haja Artilheiro titular, o Brasil pode recorrer a estreantes, como já ocorreu na história com goleiros que venceram Copas na estreia, mas a confiança nos reservas ainda é baixa.

Em 2023, a comissão técnica da seleção brasileira intensificou o escrutínio sobre a posição de goleiro, mantendo o foco na busca por três nomes que garantam segurança entre os postes a partir do início do ciclo do hexa. O objetivo é reduzir a dependência de lesões e convocações conturbadas.

Ao longo de 2023 e 2024, o grupo técnico, chefiado por Ramon Menezes, com apoio de Fernando Diniz, Dorival Júnior e Carlo Ancelotti, utilizou cinco goleiros diferentes em jogos e treinos. Alisson, Ederson, Bento, Hugo Souza e Weverton foram avaliados em diversas circunstâncias.

Alisson e Ederson seguem como favoritos para a titularidade, dada a experiência e o currículo. No entanto, o desempenho recente, as lesões e as convocações recentes elevam o debate sobre a terceira vaga na Copa do Mundo de 2026. BenTo, Hugo Souza e Weverton aparecem como opções.

A ausência de regularidade de Alisson e Ederson em momentos-chave aumenta a pressão por alternativas confiáveis. Ederson, que atuou no Manchester City e recentemente no Fenerbahçe, apresenta histórico de lesões que alimentam a cautela da comissão.

Entre os concorrentes, Bento tem sido tema de preocupação entre torcedores e técnico, após falhas em partidas importantes. Hugo Souza, visto como promessa, ganhou elogios pela agilidade e pela aptidão para defesas rápidas com as mãos, conforme avaliações do treinador.

Weverton, embora detentor de conquistas no Palmeiras e, mais recentemente, no Grêmio, ficou à margem de escolhas recentes. A preferência de Carlo Ancelotti por um goleiro com boa leitura de jogo e fortalecida atuação em situações de pênalti é parte do debate.

Segundo relatos, a equipe não descartou a possibilidade de apostar em um estreante caso Alisson e/ou Ederson fiquem fora. A escolha da terceira vaga envolve avaliação de consistência em treinos, participação em jogos de alto nível e capacidade de atuar em pênaltis.

A seleção tem histórico de alternância em copas anteriores, com casos pontuais de goleiros reservas que premiaram o grupo. Em 1966, 2006 e 2022, suplentes receberam oportunidades em momentos estratégicos, com sucesso relativo.

O goleiro titular atual é visto como parte de um conjunto maior, que precisa manter o equilíbrio entre juventude e experiência. A expectativa é que o trio final seja anunciado em evento próprio, após avaliações técnicas e testes em campo.

A comissão técnica ressalta a importância de perfil técnico adequado para o jogo moderno, privilegiando qualidade com as mãos, controle de saída e confiabilidade em defesa de pênaltis. A escolha deve considerar também o encaixe tático do time.

Enquanto a busca continua, o Brasil trabalha para consolidar um trio de goleiros capaz de sustentar o desempenho da equipe em competições futuras, com foco em estabilidade, consistência e preparo mental para momentos decisivos.

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