- Lesões de Rodrygo e Estêvão abriram espaço para Neymar voltar ao radar da seleção, segundo o colunista Rodrigo Mattos.
- Mattos afirma que, em fevereiro, Carlo Ancelotti não via Neymar convocável por falta de intensidade física; evoluiu e passou a estar em jogo.
- Com a ausência de Rodrygo e Estêvão, o xadrez de Ancelotti muda: Neymar poderia entrar caso os dois permaneçam fora.
- Julio Gomes sustenta que a seleção só tem chance de vencer a Copa sem Neymar, dizendo que o jogador atrapalha ao gerar distrações.
- Eudes Júnior afirma que lesões mudam o cenário para o treinador e que as condições físicas de Neymar podem influenciar a decisão de convocação.
Neymar volta a ganhar espaço no radar da seleção brasileira após as lesões de Rodrygo e Estêvão. O assunto ganhou repercussão a partir de comentário do colunista Rodrigo Mattos, que analisa impactos na convocação para 2026.
Segundo Mattos, no começo de fevereiro o técnico Carlo Ancelotti não via condições físicas para a convocação, e a evolução de Neymar o colocou no páreo. Com as ausências, o panorama mudou e o Rodrygo ocupa hoje posição semelhante ao que Neymar poderia ocupar.
Eudes Júnior complementa ao dizer que lesões deslocam o xadrez, abrindo possibilidade de Neymar ser chamado, ainda que o treinador não confirme nada. A leitura é de que o cenário pode se alterar conforme o quadro físico dos envolvidos.
Análise de especialistas
Julio Gomes sustenta que a seleção tem maior chance de título sem Neymar, argumentando que o pacote envolvendo o atacante pode desviar foco e atrapalhar o desempenho da equipe. A avaliação é de que Neymar tende a pressionar o ambiente.
PVC, por sua vez, afirma que, se convocado, Neymar não exigiria um comitê de crise. Segundo ele, a primeira convocação ocorreria sem o jogador saber se seria chamado, o que seria uma resposta simples aos questionamentos sobre a gestão da situação.
Mattos aponta dados do Santos repassados à CBF que indicam Neymar em boa condição física, com quilometragem compatível ao esperado para um atleta da posição. Ele ressalta, porém, que alguns jogos podem exigir mais intensidade.
Julio Gomes encerra ao dizer que a ideia de Neymar resolver tudo é um devaneio. Mesmo com o provável retorno, o entendimento é de que o time precisa de onze jogadores trabalhando unidos e de uma pressão alta constante para pressionar a saída de bola adversária.
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