- Oposição ao presidente do São Paulo, Harry Massis Júnior, trabalha em uma chapa com Rogério Caboclo para a presidência e Vinícius Pinotti como vice.
- A aliança conta com cerca de 120 conselheiros dos 250 aptos a voto.
- Caio Forjaz aparece como nome bem avaliado internamente para presidir o Conselho.
- A ideia de Dáurio Speranzini era a principal, mas perdeu força diante da resistência interna e de críticas ao seu nome.
- Caboclo ganha tração como alternativa, com sinalizações positivas e conversas com diferentes atores políticos do clube; o cenário segue sem definição de candidatura única.
Oposição ao São Paulo avalia lançar o ex-presidente da CBF Rogério Caboclo como candidato à presidência do clube no pleito de fim de ano. A chapa seria formada com Vinícius Pinotti na vice-presidência, segundo apuração. A estratégia busca consolidar forças entre conselheiros críticos ao atual comando.
A aliança reúne coordenadores que atuam contra a gestão de Harry Massis Júnior no Conselho Deliberativo. No total, a frente tem cerca de 120 conselheiros dos 250 aptos a voto, conforme fontes ouvidas pelo UOL. A proposta visa aprofundar o distanciamento do atual ciclo.
Caio Forjaz é apontado como nome avaliado para presidir o Conselho, em sinal de mudança de rota na oposição. Até poucos dias, Dáurio Speranzini era visto como principal candidato, mas a adesão ao nome recuou por resistência entre conselheiros e sócios.
Ex-presidente da CBF
A escolha de Caboclo pode reacender debates sobre sua gestão na CBF entre 2019 e 2021. Ele deixou o cargo após denúncias de assédio moral e sexual. Caboclo nega irregularidades, e decisões judiciais deram arquivamento aos processos sem condenação.
Caboclo tem sinalizado boa receptividade a conversas com diferentes atores políticos do São Paulo, segundo interlocutores. Contudo, a viabilidade depende da aceitação de lideranças internas e do apoio de conselheiros-chave.
Situação ainda sem candidato
No lado da situação, o panorama permanece incerto. Massis Júnior aparece como potencial candidato, embora tenha negado a intenção de disputar logo no início da gestão. A possibilidade voltou a ser discutida entre bastidores.
Adilson Alves, assessor jurídico da gestão, é citado como nome de peso no núcleo político do clube. Mesmo assim, não há consenso sobre qual projeto reunirá apoio suficiente até a eleição. O período de definição ainda não teve prazo definido.
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