- O presidente da CBF, Samir Xaud, abriu a cerimônia de convocação da Seleção para a Copa do Mundo de 2026 no Museu do Amanhã, no Rio, em tom otimista.
- Xaud, eleito em maio de 2025 com mandato até 2029, elogiou a gestão e pediu apoio ao trabalho do técnico Carlo Ancelotti.
- Ele disse confiar que o Brasil disputará o hexacampeonato nos Estados Unidos, no México e no Canadá, ressaltando o trabalho técnico realizado no último ano.
- O dirigente destacou a estrutura montada para atender jogadores e comissão técnica e citou avanços na profissionalização da arbitragem e no fair-play financeiro.
- Xaud afirmou estar mais confiante no hexa e mencionou a possibilidade de comemoração no Brasil, citando a próxima Copa do Mundo Feminina de 2027.
O presidente da CBF, Samir Xaud, abriu a cerimônia de convocação da Seleção para a Copa do Mundo de 2026, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. O evento ocorreu nesta segunda (18/5) com tom otimista sobre o Mundial.
Xaud, que comanda a CBF desde maio de 2025, destacou a preparação da equipe para a competição nos Estados Unidos, México e Canadá. Ele pediu apoio ao trabalho da comissão técnica liderada por Carlo Ancelotti e reforçou a confiança na campanha pelo hexacampeonato.
O mandatário ressaltou a importância da organização da casa brasileira para o sucesso da seleção, citando a estrutura criada para atender atletas e a equipe técnica. Afirmou estar mais confiante com o trabalho realizado no último ano.
Antes da divulgação dos 26 convocados, Xaud ressaltou o papel da gestão em abrir espaço para o projeto técnico, com foco na formação de jogadores e na melhoria da arbitragem, além de avanços no fair-play financeiro.
Mudanças estruturais
Em média escala, Xaud destacou alterações no calendário nacional, como o início da Série A em janeiro e a definição da final única da Copa do Brasil, além de avanços na profissionalização da arbitragem.
O presidente enfatizou que as mudanças visam elevar o padrão do futebol brasileiro e manter o país competitivo a curto e médio prazo, com reforço à base, à formação de técnicos e à gestão financeira.
Xaud encerrou ao dizer que o momento é de confiança no trabalho da gestão, de Carlo Ancelotti e da comissão técnica, mantendo o foco na chegada ao hexacampeonato e na continuidade do projeto para o futebol brasileiro.
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