- Renan Lodi, lateral-esquerdo do Atlético, comentou a sua ausência na Copa do Mundo e os fatores que teriam atrapalhado a convocação.
- Ele destacou a instabilidade do Atlético, com chegadas de Jorge Sampaoli e oscilações sob o comando de Domínguez, que dificultaram o desempenho tanto coletivo quanto individual.
- O jogador afirmou que, se tivesse chegado ao clube seis meses antes, poderia ter sido lembrado pela seleção para o Mundial.
- Lodi participou do ciclo da seleção para a Copa do Mundo de 2022 e chegou a ser cotado para o Qatar, mas ficou fora da lista final.
- Ele aposta em um novo ciclo com a amarelinha e abriu a possibilidade de disputar a Copa do Mundo de 2030, mantendo-se no Atlético.
Renan Lodi abriu o jogo sobre a queda de desempenho do Atlético Mineiro e a sua ausência na Copa do Mundo. O lateral-esquerdo analisou fatores que, segundo ele, prejudicaram sua presença na seleção brasileira. Ele ainda falou sobre o próximo ciclo com a amarelinha.
O jogador chegou ao Atlético no início da temporada após passagem pelo futebol árabe. Lodi afirmou que uma janela de tempo maior no Brasil poderia ter ampliado suas chances de retornar à seleção para o Mundial do Catar.
Ele criticou a instabilidade do elenco durante o ciclo recente, apontando oscilações de resultados como entrave para destacar o individual no grupo. Mesmo assim, reforçou o foco no clube e no desempenho coletivo.
Ao projetar o futuro, o atleta afirmou que, se tivesse chegado ao Atlético com mais antecedência, talvez seu nome estivesse entre os convocados. E enfatizou que há espaço para um novo ciclo com a camisa amarela.
Histórico com a seleção brasileira
Lodi integrou o ciclo da Copa do Mundo de 2022 e chegou a ser cotado para o elenco final do Mundial do Catar. Depois do torneio, voltou a ser convocado em 2023 para as Eliminatórias, porém atuou pela última vez pela amarelinha em novembro daquele ano.
Desde então, o lateral foi novamente chamado em outras oportunidades, mas acabou cortado por lesões. A janela para novas convocações continua em aberto, segundo ele, que aposta em regularidade no Atlético para manter o radar da comissão técnica.
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