- O técnico Carlo Ancelotti terá de driblar um tabu histórico: a seleção nunca foi campeã mundial sem jogadores de Palmeiras ou São Paulo.
- Em cinco Copas, atletas desses dois clubes estiveram entre os títulos do Brasil: 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002.
- Em 1950, 1954, 1974, 1978 e 1986 houve representantes de ambas as equipes, mas o melhor resultado foi o vice-campeonato em 1950.
- Botafogo é o clube com mais convocações para a seleção em Copas, totalizando 48, seguido pelo Vasco, com 41.
- A lista traz curiosidades: Portuguesa e Bangu já tiveram campeões mundiais, enquanto Coritiba e Bahia nunca tiveram atletas campeões em Copas pela seleção.
Carlo Ancelotti encara um tabu histórico na Copa do Mundo: a seleção brasileira nunca foi campeã sem atletas dos clubes Palmeiras ou São Paulo. A coincidência aparece nas convocações que ajudaram a Brasil a alcançar cinco títulos.
Entre 1958 e 2002, jogadores dos dois clubes integraram o elenco campeão em quatro Copas. Em 1958, De Sordi, Mauro e Dino Sani estiveram no Morumbi e Mazolla no Palmeiras. Em 1962, Bellini e Jurandir vindos do São Paulo, Djalma Santos, Zequinha e Vavá pelo Palmeiras.
Em 1970, Emerson Leão e Baldocchi ficaram no banco para Gerson, do São Paulo, ser o titular da camisa 8. Em 1994, Mazinho, Zinho, Cafu, Muller, Zetti e Leonardo estavam entre os convocados pelo técnico Parreira. Em 2002, Marcos (Palmeiras) foi titular, com Rogério Ceni, Belletti e Kaká no elenco.
Histórico de presenças
Entretanto, a presença de atletas de Palmeiras e São Paulo nem sempre garantiu o título. Em 1950, 1954, 1974, 1978 e 1986 o Brasil teve jogadores dos dois clubes, mas o melhor resultado foi o vice em 1950.
Depois de Palmeiras e São Paulo, outros campeões costumam ter atletas de quatro Copas. Corinthians, Flamengo e Fluminense aparecem com esse histórico, sem necessariamente garantir título quando ausentes na escalação.
Clubes com destaque e curiosidades
O Botafogo é líder de convocações para Copas, com 48 atletas em chamadas ao longo da história. Vasco da Gama fica em terceiro, seguido por times paulistas como o São Paulo, que somam dezenas de atletas campeões mundiais.
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