- O técnico Carlo Ancelotti anunciou 26 convocados para a Copa dos Estados Unidos, Canadá e México, com apresentação marcada para a Granja Comary.
- É o elenco com mais nomes “caseiros” desde 2002, quando a seleção levou treze jogadores do futebol nacional.
- O Flamengo aparece com a maior representação entre clubes nacionais, incluindo Danilo, Alex Santos, Léo Pereira e Paquetá; Neymar aparece entre os convocados.
- Historicamente, nas Copas desde 2002, o Brasil teve entre três e quatro jogadores locais, com variações ao longo das edições.
- A seleção enfrenta Marrocos, Haiti e Escócia na fase de grupos da Copa e fará amistosos contra Panamá e Egito antes, com o grupo se apresentando em 27 de maio.
O técnico Carlo Ancelotti anunciou, nesta segunda-feira (18), no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, os 26 nomes que vão representar o Brasil na Copa do Mundo nos EUA, Canadá e México. A lista confirma o maior número de jogadores “caseiros” desde 2002.
O elenco tem atuação expressiva de atletas nacionais, com o Flamengo rendendo a maior parte das convocações entre os presentes. Danilo (Flamengo), Alex Santos (Flamengo), Léo Pereira (Flamengo) e Paquetá (Flamengo) foram chamados, somando-se a Danilo (Botafogo), Weverton (Grêmio) e Neymar (Santos). O formato manteve o peso de jogadores atuando no Brasil.
A preparação segue com amistosos: Brasil enfrenta Panamá no dia 31/5, no Maracanã, e Egito no dia 6/6, em Cleveland. A concentração começa em 27/5, na Granja Comary, em Teresópolis. Na Copa, o grupo está no Grupo C, com confrontos contra Marrocos (13/6, New Jersey), Haiti (19/6, Filadélfia) e Escócia (24/6, Miami).
Brasil 2002
Em 2002, Felipão levou 13 jogadores nacionais, metade da lista da seleção. Ofensiva e meio-campo contaram com atletas de Palmeiras, Corinthians, São Paulo, Atlético Mineiro, Athletico-PR e Grêmio. O pentacampeonato foi conquistado na Coreia do Sul e Japão, marcando a referência histórica do período.
A relação de convocações atuais ressalta o papel de clubes nacionais na composição do elenco. Além de Neymar, o grupo inclui Weverton, Weverton está na meta, e jogadores de clubes como Flamengo e Botafogo contribuíram para o total de representantes locais. A intenção é manter equilíbrio entre experiência internacional e identificação com o futebol brasileiro.
A análise de Carlo Ancelotti destacou o desafio de igualar o ritmo europeu. O treinador comentou que a intensidade varia, e que o calendário, viagens e o calor nacional apresentam dificuldades distintas. A seleção busca adaptar o estilo às características do Brasil, sem abrir mão da qualidade técnica.
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