- O São Paulo mira a janela de transferências que abre em 20 de julho e pode trazer até dois reforços pontuais, sem grandes investimentos.
- A ideia é procurar atletas em fim de contrato ou por meio de trocas, para evitar gastos com compra de rights econômicos.
- O técnico Dorival Júnior confirmou que o tema reforços esteve em pauta, desde que respeitada a realidade financeira do clube.
- O clube precisa atingir a meta orçamentária de venda de R$ 180 milhões na temporada; Rodriguinho e Erick já foram negociados, mas o valor ainda está aquém do esperado.
- Além disso, a diretoria pretende valorizar a base de Cotia, com Dorival destacando jovens que podem ganhar espaço; até agora, seis reforços chegaram na temporada sem custo de aquisição, e o próximo desafio é a estreia diante do Millonarios pela Sul-Americana no Morumbi.
O São Paulo já abriu o radar para a próxima janela de transferências, que começa em 20 de julho. Em meio a limitações financeiras, a diretoria planeja ajustes no elenco com foco em até dois reforços pontuais, sem grandes investimentos ou compra de direitos.
O técnico Dorival Júnior afirmou que o tema foi discutido nas primeiras conversas com a diretoria, com sinalização positiva para movimentações dentro da realidade econômica do clube. O objetivo é manter transparência e responsabilidade financeira.
O clube precisa cumprir a meta orçamentária aprovada pelo Conselho Deliberativo, que prevê R$ 180 milhões em vendas na temporada. Já foram negociados Rodriguinho e Erick, mas o valor ainda não atingiu a meta.
Perspectivas de reforços
A direção revela que poderá haver trocas ou atletas livres no mercado. A ideia é buscar opções em fim de contrato ou envolver peças em negociações, evitando desembolsos de compra de direitos econômicos.
O planejamento prioriza manter o equilíbrio financeiro, analisando impactos de cada movimentação em curto e médio prazo. O clube também considera alternativas que não comprometam a folha salarial.
Utilização da base
Dorival sinalizou a valorização da base de Cotia, com espaço para jovens formados surgirem no elenco. A tendência é inserir talentos da formação do clube, estimulando crescimento gradual.
O treinador cita exemplos recentes de valorização de jovens, destacando que a política de aproveitamento da base pode ganhar força nos próximos meses, com o apoio da comissão técnica.
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