- Flamengo e Palmeiras se enfrentaram no Maracanã pelo Brasileirão, com vitória do Palmeiras por 3 a 0 e provocação entre torcidas que gerou confusão no fim da partida.
- O Flamengo tentou iniciar com pressão, mas a expulsão de Carrascal mudou o ritmo do jogo, abrindo espaço para o favoritismo do Palmeiras.
- Flaco López abriu o placar para o Palmeiras, que também realizou uma comemoração que gerou agitação entre torcedores na arquibancada.
- Paulinho ampliou para o Palmeiras no final, levando a cobrança de alguns membros da torcida do Flamengo, que reclamou de provocações.
- A súmula do árbitro aponta invasão de campo por seguranças e staff durante o confronto e incidentes envolvendo o massagista do Flamengo; há previsão de desdobramentos no STJD.
O Flamengo recebeu o Palmeiras no Maracanã pelo Brasileirão. A partida terminou 3 a 0 para os visitantes, em meio a provocações entre torcidas e tensão em campo. O reencontro veio após a final da Libertadores 2025.
O jogo começou com pressão da torcida rubro-negra, que exibiu mosaico e faixa de entrada. Danilo marcou de cabeça, festejou com o gol decisivo na última Libertadores e reforçou a postura do Palmeiras no duelo.
Andreas Pereira, ex-Palmeiras e hoje alvo das vaias, recebeu o primeiro empurrão pouco depois do apito inicial. A entrada dura em Jorginho acendeu as primeiras atividades de empurra-empurra no gramado.
Desfecho e confusão
A expulsão de Carrascal mudou o rumo do confronto, aumentando a tensão entre equipes e torcidas. Flaco López ampliou para 2 a 0 com cobrança firme, gerando irritação entre torcedores do Flamengo.
Paulinho celebrou o terceiro gol e direcionou a comemoração à torcida rubro-negra, em posição próxima aos camarotes. A reação no entorno do campo se intensificou, com discussões entre jogadores e membros de equipes técnicas.
Apesar da ventania de provocação, não houve agressões diretas registradas. Contudo, policiais entraram em campo para controlar a confusão que envolveu jogadores, seguranças e staff.
Visões oficiais
O Flamengo relatou incômodo com a postura de um auxiliar palmeirense, que, segundo a comissão, aplaudiu frente a Léo Ortiz durante a saída de bola. O clube pediu respeito entre atletas.
Do lado do Palmeiras, Andreas Pereira tentou acalmar os ânimos, destacando que não houve provocação intencional e que a equipe luta pela defesa de seus jogadores. O atacante afirmou que a rivalidade é antiga.
O árbitro Davi Lacerda descreveu invasão de campo por parte de seguranças e membros das equipes após o terceiro gol, ressaltando riscos de tumulto. Também registrou desentendimento envolvendo o massagista rubro-negro na zona mista.
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, encaminhou mensagem para a torcida reforçando a necessidade de manter o controle em jogos com alta rivalidade.
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