- Cruzeiro tem oito gols de bola parada sob o comando de Artur Jorge e sofreu mais duelos aéreos e no chão do que a Chapecoense no Mineirão.
- A equipe tem uma decisão pela Libertadores na próxima quinta-feira.
- Sinisterra atuou 78 minutos, marcou seu terceiro gol pelo Cruzeiro e teve um gol anulado; Kaique Kenji desperdiçou chance nos acréscimos, foi titular e substituído aos 20 minutos da etapa final.
- Otávio salvou a Raposa com três defesas, sendo duas em final de jogo.
- A Chapecoense abriu o placar com João Paulo, aos 34 minutos do segundo tempo, em cruzamento cabeceado; Cruzeiro venceu 49,25% dos duelos pelo chão e 37,50% dos aéreos.
O Cruzeiro venceu a Chapecoense por 1 a 0 em Minas pela rodada do Brasileirão, mantendo-se com a expectativa de retomar a vaga na Libertadores na próxima quinta-feira. O jogo teve o Mineirão como palco e serviu como preparativo para a decisão do torneio continental.
Três dados interessantes sinalizam as dificuldades: o time coleciona o oitavo gol de bola parada desde a chegada do técnico Artur Jorge, venceu menos duelos aéreos e também cedeu menos duelos pelo chão frente ao Alviverde. A prática de bola parada segue sendo um ponto a ajustar.
Novidades nas pontas do Cruzeiro
O Cabuloso entrou em campo com Sinisterra e Kaique Kenji reforçando Kaio Jorge no ataque. O colombiano aproveitou a oportunidade ao marcar seu terceiro gol pela equipe, atingindo 78 minutos em campo. No entanto, o jovem Kaique Kenji teve atuação irregular, desperdiçando uma chance clara nos acréscos do primeiro tempo.
Sinisterra, que atuou pela esquerda, completou 78 minutos, acertou dois dos seus três chutes e fez 24 passes no setor ofensivo. Um gol seu foi anulado, e ele errou apenas um passe na partida. Kaique finalizou com oito passes no ataque, mas foi substituído aos 20 minutos da etapa final, após reclamação de cobrança de espaço.
Desempenho e ajustes
Otávio voltou a salvar a Raposa, com três defesas, sendo duas em situações difíceis no fim do jogo. Em ataques, o Cruzeiro venceu 49,25% dos duelos pelo chão, contra 37,50% nos duelos aéreos, números que evidenciam vulnerabilidade aérea em momentos cruciais.
O gol do time gaúcho contrário veio de um cruzamento cabeceado por João Paulo aos 34 minutos da segunda etapa, nível que expõe a necessidade de reforçar a marcação em bolas paradas defendidas. A atuação indicou pontos a trabalhar para a temporada e a Libertadores que se aproxima.
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