- São Paulo trata Marcos Antônio como peça irredutivelmente não negociável nesta janela, mesmo sem completar 13 jogos no Brasileirão.
- O clube não planeja vendê-lo durante a Copa do Mundo e só aceitaria saída mediante multa, segundo fontes da alta cúpula.
- O camisa oito renovou contrato em fevereiro até 2030 e tem multa rescisória próxima de R$ 900 milhões no mercado interno e cerca de R$ 600 milhões no externo.
- Mesmo lesionado desde abril, ele ficará abaixo de 13 jogos no Brasileirão antes da pausa para a Copa; pelo regulamento, poderia defender outra equipe da Série A em 2026 se fosse negociado.
- Até o momento, não houve novas investidas pelo meia, mantendo a defesa da diretoria.
O São Paulo colocou Marcos Antônio como peça inegociável nesta janela de transferências. O clube informa que o atleta não deve deixar o elenco durante a Copa do Mundo, mantendo o foco no campeonato brasileiro.
O camisa 8 renovou contrato em fevereiro, com multa rescisória elevada. Internamente, o valor chega a 900 milhões de reais para o mercado interno e cerca de 600 milhões para o externo. A renovação foi apresentada como forma de valorização salarial.
A defesa da continuidade é reforçada pelo cenário regulatório: por estar lesionado desde abril, o jogador fica abaixo de 13 jogos no Brasileirão antes da pausa da Copa, o que permitiria defender outra equipe em 2026 caso fosse negociado. Ainda não houve novas propostas.
Segundo apuração do UOL, o clube não recebeu novas investidas pelo meio-campo até o momento. A diretoria, no entanto, sustenta que só abriria mão do atleta por valores incompatíveis com a realidade financeira da agremiação.
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