- Wanderson perdeu espaço sob o comando de Artur Jorge, aparecendo atrás de outros atacantes e sem atuar nos quatro últimos jogos.
- Artur Jorge passou a privilegiar jogadores com maior 1 contra 1 e intensidade física, fazendo com que Bruno Rodrigues, Sinisterra, Keny Arroyo e Kaique Kenji ganhem vaga na rotação ofensiva.
- Marquinhos, mesmo retornando de lesão, voltou a receber chances antes de Wanderson, incluindo entrada nos minutos finais contra o Goiás pela Copa do Brasil.
- O atacante soma apenas dois gols em sessenta e uma partidas pelo Cruzeiro, e o rendimento recente aumenta a pressão sobre o atacante.
- A saída na próxima janela de transferências é improvável: Wanderson tem contrato até dezembro de 2027 e não pode defender outro clube da Série A neste temporada.
Wanderson perdeu espaço no Cruzeiro sob o comando de Artur Jorge. O atacante, que atuava como titular nas eras de Leonardo Jardim e Tite, ficou fora das quatro últimos jogos apesar de estar relacionado.
A balança mudou com a equipe priorizando 1 contra 1 e maior intensidade física. Bruno Rodrigues, Sinisterra, Keny Arroyo e Kaique Kenji passaram a ganhar mais tempo, relegando Wanderson à posição secundária no setor ofensivo.
Marquinhos, mesmo retornando de lesão grave, voltou a receber minutos perto do fim de partidas, como aconteceu contra o Goiás pela Copa do Brasil, momento em que Wanderson permaneceu no banco.
Aos dados, Wanderson soma dois gols em 61 jogos pelo clube. Em 2026, o rendimento abaixo da expectativa aumentou a pressão interna e externa, com novas opções surgindo no ataque celeste.
Apesar da pressão, a saída na próxima janela parece improvável. Ele disputou 14 jogos no Brasileirão e não pode defender outro clube da Série A nesta temporada. O contrato vai até dezembro de 2027 e segue nos planos da diretoria.
A mudança na configuração do ataque coincide com a chegada de novos recortes táticos sob Artur Jorge, que busca maior agressividade e dinamismo nas ações ofensivas do Cruzeiro.
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