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Leila comenta acerto entre Vasco e Lamacchia, considerado grande negócio

Leila Pereira afirma não se envolver na negociação entre Lamacchia e Vasco sobre a SAF avaliada acima de R$ 2 bi e admite poder ser dona de clube no futuro

Leila, aliás, diz que pode ser dona de uma clube no futuro –
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  • Leila Pereira disse que não se envolve na negociação entre o enteado, Marcos Lamacchia, e o Vasco, considerando-o independente e correto.
  • Segundo relatos, houve encaminhamento de acordo para venda da SAF do Vasco por valores superiores a R$ 2 bilhões, com possível transferência de 90% dos ativos do departamento de futebol.
  • A subsidiary 777 Carioca, ligada à 777 Partners, entrou com interpelação judicial para impedir a venda da SAF a Lamacchia.
  • Leila defende o modelo de clube-empresa e afirmou que ter um dono é importante para o desenvolvimento dos clubes.
  • Sobre o futuro, a dirigente disse que não pretende presidir a CBF e que pode ser dona de um clube algum dia, mas não no curto prazo.

Leila Pereira comentou sobre a possível negociação entre Marcos Lamacchia, enteado, e o Vasco, envolvendo a venda da SAF do clube por valores acima de 2 bilhões de reais. As tratativas tiveram início em março, e a presidente do Palmeiras afirmou não atuar no processo, mas reconheceu o interesse do familiar.

Segundo informações, está em curso a transferência de 90% dos ativos do departamento de futebol do Vasco. A 777 Carioca, que pertence à 777 Partners, protocolou interpelação judicial para impedir a venda da SAF ao empresário Lamacchia.

Contexto da SAF e questões legais

Leila afirmou que não participa das negociações, embora elogie o perfil do enteado e ressalte a independência dele em relação ao pai. Ela também reforçou que a decisão final cabe ao enteado, não ao Palmeiras.

Plano futuro de Leila Pereira

A dirigente deixou claro que, apesar de presidir um clube associativo, defende o modelo SAF com dono. Disse acreditar que a continuidade de uma instituição passa pela figura de um proprietário.

Leila também comentou sobre a possibilidade de não ocupar a presidência de outra entidade e não mirar a CBF. Caso ocorra, disse que pode, no futuro, tornar-se dona de um clube, embora não tenha previsões de curto prazo.

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