- Leila Pereira afirmou que vai deixar o Palmeiras ao fim de 2027 e pretende comprar um clube, visando comandar uma SAF.
- Ela não seguirá a ideia de prolongar o mandato no Palmeiras e acredita que seu ciclo termina em dezembro de 2027.
- A decisão impacta Abel Ferreira, que já disse ter compromisso com a presidente e pode receber reajuste para ficar até o fim de 2027.
- O Vasco da Gama demonstra interesse em Leila como dona da SAF e tem boa relação com Pedrinho e a família Lamachia.
- A partir de 1º de janeiro de 2028, Leila poderia participar de transações de SAFs de outros clubes, ainda sem garantias de comandar o Vasco.
Leila Pereira pretende deixar o Palmeiras ao fim de 2027. A executiva mira a compra de um clube e planeja comandar uma SAF. Abel Ferreira pode acompanhar a saída, conforme informações obtidas pelo portal.
A dirigente estudou a possibilidade de mudar o estatuto para um terceiro mandato, mas afirma que seu ciclo no Palmeiras terminará em dezembro de 2027. O objetivo é ter autonomia para gerir um clube “de forma direta”.
A notícia aponta ainda que a decisão impacta diretamente o futebol do Palmeiras. Leila sustenta que, a partir de 2028, poderá conduzir uma SAF sem a necessidade de aprovação de conselheiros.
Interesse do Vasco
O Vasco da Gama demonstra interesse em ter Leila no comando do futebol do clube. O presidente Pedrinho mantém relação próxima com a executiva e com o marido dela, José Roberto Lamachia, além do enteado Marcos Faria Lamachia.
Pedrinho já sinalizou desejo de trabalhar com Leila, caso haja oportunidade. A proximidade entre as partes alimenta especulações sobre a condução da SAF do Vasco após 2027.
Contexto e próximos passos
Até dezembro de 2027, Leila não poderia atuar em transação. A partir de 1º de janeiro de 2028, a liberdade para conduzir uma SAF aumenta, conforme a leitura dos interlocutores envolvidos.
A aposta é que Leila mantenha Abel Ferreira no Palmeiras até o fim de seu mandato. A executiva busca manter o comando do futebol com foco em continuidade, sem abrir mão de controles diretos.
Não há confirmação de que Leila chegue a conduzir o Vasco, mas o movimento indica uma tendência de protagonismo de sua gestão no futebol brasileiro nos próximos anos.
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