- O Corinthians tem dificuldade para fechar o caixa deste mês e pode enfrentar novos bloqueios da FIFA por dívidas.
- A renovação de Memphis Depay é vista como uma equação distante, com o clube buscando patrocínios para bancar o atacante.
- A tendência, segundo as informações, é que o clube não pague dinheiro direto, utilizando parceiros para financiar o acordo.
- A avaliação interna aponta que, se não houver ao menos um milhão de reais/mês via parceiros, a renovação fica improvável.
- O time já convive com um transfer ban ativo e pode ter novos bloqueios, o que atrapalha contratações na janela.
O Corinthians enfrenta dificuldades para fechar o caixa neste mês, o que complica pagamentos e a viabilidade de renovar contrato com Memphis Depay. A informação foi apurada por Fábio Lázaro, no programa De Primeira, exibido pelo Canal UOL, que acompanha os bastidores do clube.
Segundo o comentarista, as dificuldades financeiras do clube podem gerar novos bloqueios da FIFA caso dívidas antigas não sejam regularizadas. A tendência é que o Corinthians busque patrocínios para sustentar o custo da renovação do atacante, sem colocar dinheiro próprio no negócio.
Ainda de acordo com Lázaro, o clube evita aportar recursos diretos para o contrato. A visão interna é de que, sem participação de parceiros, o acordo fica mais difícil de fechar. Ele aponta que a renovação depende de fechar parcerias que bancuem o valor mensal.
Para Memphis Depay, a avaliação interna aponta um cenário ainda desfavorável. O comentarista estimou, em tom cauteloso, que as chances de permanência são menores do que as de saída neste momento, dependendo de avanços financeiros com patrocinadores.
Situação jurídica e financeiro
Lázaro informou que o Corinthians já convive com um transfer ban ativo e pode enfrentar novos bloqueios. Com a restrição, o clube não realizou contratações recentemente e precisa resolver as pendências para avançar na janela de transferências.
O repórter destacou que há três possíveis novos bloqueios de transferência sob avaliação pela FIFA. A resolução dessas questões é apresentada como condição para a continuidade de qualquer negociação de alto impacto.
A reportagem reforça que o clube encara uma conjuntura complexa, com juros, dívidas e negociação de patrocínios atreladas a um cenário de incerteza. A publicação não detalha valores, apenas aponta a necessidade de apoio de parceiros para viabilizar a renovação.
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