- 72 mil pessoas estiveram no Maracanã em clima de arquibancada, com o Movimento Verde e Amarelo e apoio à seleção.
- Cantos incluíram “O Campeão”, de Neguinho da Beija-Flor, e “Vou festejar”, de Beth Carvalho, associados às uniformizadas do Flamengo e à Força Jovem do Vasco.
- No dia seguinte, houve festa na CBF; não houve comoção similar ao AeroFla, mas torcedores se apertaram para tentar cumprimentar os jogadores.
- Neymar aparece como estrela; o técnico Carlo Ancelotti usa a convocação como agente de mobilização do país e busca fechar a equipe.
- O episódio mostra que a ideia de que a seleção não mobiliza não procede; há mobilização de torcedores, e a ideia de que o Brasil é apenas litoral é questionada.
Houve 72 mil pessoas no Maracanã em um clima de arquibancada, com o Movimento Verde e Amarelo e uma tentativa de torcida da seleção. Uniformizadas se uniram a líderes do movimento, cantando obras de Neguinho da Beija-Flor e Beth Carvalho, além de menção à Força Jovem do Vasco.
No dia seguinte, houve festa na sede da CBF, mas sem a comoção de grandes eventos. Ainda assim, torcedores tentaram se aproximar dos jogadores para um contato informal. Neymar aparece como estrela, sinal de que a convocação também atua como mobilização nacional. A observação não expressa juízo de valor.
Ancelotti trabalha para montar a equipe, mantendo o foco na relevância da mobilização gerada pela campanha. O efeito é observado por quem acompanha o cotidiano de torcidas organizadas e parte da imprensa, que destaca o peso do camisa 10 no ambiente.
O fenômeno interrompe a percepção de descrença quanto ao interesse pela seleção. Há quem esteja fora do Brasil ou, em São Paulo, na conexão Leblon-Faria Lima, reforçando que o país é diverso na mobilização esportiva. O vetor não se restringe apenas ao litoral do Sudeste.
Entre na conversa da comunidade