- Leila Pereira afirmou, em podcast com Andreia Sadi, que não pretende disputar um terceiro mandato no Palmeiras, o que exigiria mudança no estatuto.
- Ela disse que acredita em clubes-empresa e que, no futuro, pode ser dona de um clube, sem precisar de voto.
- A presidente afirmou não ter paciência para a política interna do clube.
- Leila decidiu que nunca quis ser mãe, dizendo que adora os sobrinhos e que, no Palmeiras, está cercada por crianças.
- A cobertura ressalta que Leila é vista como força feminina no futebol e serve de referência para outras mulheres no meio.
Leila Pereira, presidente do Palmeiras, afirmou em entrevista ao novo podcast de Andreia Sadi que não pretende disputar um terceiro mandato, o que exigiria mudança no estatuto do clube. Ela mencionou a possibilidade de o Palmeiras se tornar um clube-empresa.
Segundo a abordagem apresentada, a dirigente sinalizou que, no futuro, pode haver propriedade de clubes por meio de modelos alternativos à eleição tradicional. A fala evidencia uma visão de gestão diferente do modelo presente.
A declaração é relevante para o contexto do futebol brasileiro, dado o papel de mulheres em posições de liderança no esporte. Leila já é reconhecida por posicionamentos firmes e por desafiar estereótipos de gênero no futebol.
Ainda durante a conversa, Leila comentou não ter interesse em ser mãe, ressaltando que desfruta da convivência com crianças e sobrinhos. A fala chamou atenção ao tratar de expectativas sociais sobre sucesso feminino.
A entrevista foi divulgada por meio de um podcast associado a Andreia Sadi, com foco em temas de gestão, políticas internas e estratégias futuras do Palmeiras. A repercussão aponta para discussões sobre governança e protagonismo feminino no futebol.
Entre na conversa da comunidade