- Leila Pereira, presidente do Palmeiras, afirmou que a Crefisa poderia ter patrocinado o São Paulo, rival do clube.
- O São Paulo teria procurado o marketing do Palmeiras para discutir patrocínio; ela afirmou que não aceitava.
- Ela contou que ligou para o clube, tentou falar com o presidente e, após reunião marcada, participou do encontro com o presidente.
- O patrocínio acabou sendo considerado o maior da história do futebol brasileiro e da América do Sul, com aportes ampliados conforme a necessidade do Palmeiras.
- A decisão de apoiar o clube teve origem em um problema de saúde do marido dela em 2014, em um momento em que o Palmeiras enfrentava crise esportiva.
Leila Pereira, presidente do Palmeiras, revelou que a Crefisa, empresa da qual divide a parceria com o marido, José Roberto Lamacchia, poderia ter patrocínio do rival São Paulo. A informação foi divulgada em entrevista ao podcast POD_i, da GloboNews.
Segundo a dirigente, o São Paulo entrou em contato com o marketing do Palmeiras para tratar de uma parceria, mas ela resolveu não permitir. Ela ressaltou que o Palmeiras, sem patrocinador há dois anos, poderia ser beneficiado com o acordo.
Pelo relato, Leila descreveu o início do relacionamento com a empresa como decisivo: uma ligação após a busca por contatos no clube, uma reunião com o presidente e a certeza de que o patrocínio renderia grande investimento. O episódio levou o Palmeiras a ampliar o aporte ao longo dos anos.
A decisão de apoiar o clube partiu de um momento pessoal: em 2014, o marido enfrentou um linfoma, em meio a uma fase difícil do Palmeiras, que quase foi rebaixado. A presidente afirmou que, apesar dos altos e baixos, a relação com a equipe manteve-se firme.
Ela contou que o acordo se consolidou com uma carta de intenções e, à medida que o Palmeiras precisava de mais recursos, o patrocínio foi ampliado. O anúncio do acordo ocorreu em meio a mudanças estruturais no clube.
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