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Trajes da seleção para a Copa são desaprovados, chamados de pijama

Trajes da Seleção para a Copa de 2026 geram críticas por modelagem ampla e tom acinzentado, com comparações a pijamas e roupas hospitalares

1 de 1 seleção brasileira copa do mundo uniforme traje viagem ricardo almeida - metrópoles
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  • O conjunto de viagem da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2026, assinado por Ricardo Almeida, recebeu críticas pela modelagem ampla das calças, tom acinzentado do tecido e ausência de elementos tradicionais.
  • O objetivo era parecer elegante e contemporâneo, com caban no lugar do blazer para os jogadores, e traje clássico de dois botões para a comissão técnica.
  • Nas redes sociais, fãs e comentaristas compararam o visual a pijama, roupas hospitalares e até macacões de trabalho, apontando que o resultado final não agradou.
  • O projeto buscava diferenciar jogadores e comissão técnica, mantendo a identidade da alfaiataria brasileira com detalhes como forros e taças da Copa em edições anteriores.
  • A coleção utiliza lã fria italiana em tom petróleo, com detalhes de brasão da CBF, mantendo a linguagem de elegância sem renunciar à modernidade.

Parágrafo 1

A apresentação do traje de viagem da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026 gerou críticas, com avaliações negativas sobre a peça única assinada pelo designer Ricardo Almeida. O conjunto foi exibido durante a cerimônia de envio da equipe, que ocorreu na última semana.

Parágrafo 2

Torcedores e internautas questionaram a modelagem larga das calças, o tom acinzentado do tecido e a ausência de elementos tradicionais do Brasil. A grife buscou uma leitura mais jovem da alfaiataria, substituindo o blazer por um caban de corte esportivo.

Parágrafo 3

O tom geral do visual foi descrito como pouco convencional para a seleção, gerando comparação com pijamas, roupas hospitalares e macacões de trabalho em diversas postagens nas redes sociais. A reação se manteve dividida entre quem gostou da proposta e quem discordou.

O projeto original

A parceria entre Ricardo Almeida e a CBF visava diferenciar a comissão técnica dos atletas. Enquanto a equipe técnica manteve um conjunto social clássico, os jogadores teriam um caban com modelagem esportiva, sem ombreiras, acompanhado de camiseta e mocassins.

Detalhes do croqui e dos tecidos

O croqui dos atletas prevê um caban com forro de fio pima e lã fria italiana, em tom petróleo que mistura azul e verde. A paleta busca transmitir elegância contemporânea sem perder o aspecto formal. Todo o conjunto traz o brasão da CBF.

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