- Textor afirma ser dono de 90% da SAF do Botafogo e diz que venda pelo clube social seria inválida.
- Ele acusa o clube social de 10% das ações de tentar vender, diz que a Eagle Bidco não tem direito de vender ações dele e critica decisões do associado.
- Textor apoia a proposta de Evangelos Marinakis e Kia Joorabchian para assumir o controle e cita outras propostas, como GDA Luma Capital e Mastercom.
- Detalha negociações com o Nottingham Forest sobre Danilo e Montoro, afirma que 34 milhões foram bloqueados pelo clube associativo e culpa a GDA por impedir dinheiro da SAF.
- Ataca o presidente do clube social, João Paulo Magalhães, acusando mudanças de posição e questionando a atuação dele no processo.
John Textor afirmou, em entrevista realizada em um hotel do Rio de Janeiro, que ainda detém 90% da SAF do Botafogo e criticou o papel do clube social. O empresário disse que o associativo busca voltar ao poder e que uma possível revenda seria inválida. Ele alega que quem administra hoje é o associativo, que detém 10% das ações.
Textor respondeu na coletiva que não reconhece direitos de venda do clube social sobre as ações que ele diz possuir. Ele reforçou que as ações do associado não podem decidir sobre a SAF e que os documentos, segundo ele, comprovam seus direitos. O empresário disse ainda que o clube social precisa se responsabilizar pela situação atual.
Ele afirmou ainda não ter feito uma nova oferta para recomprar a SAF. Textor garantiu que não está oferecendo comprar nada de volta e que apenas apresentou aos membros o que estaria disposto a investir. Segundo ele, não houve direito de negociação pelos 10% detidos pelo assocativo.
Proposta de Marinakis e Kia Joorabchian
Textor elogiou a atuação de Evangelos Marinakis e Kia Joorabchian, defendendo que eles assumam o controle do Botafogo caso apresentem uma proposta viável. A fala ocorreu no contexto de outras ofertas recebidas pela SAF, como GDA Luma Capital e Mastercom, ainda sem definição formal.
O empresário descreveu os potenciais parceiros como figuras com conexões relevantes no futebol e em negócios de alto retorno. Disse acreditar que a combinação dessas lideranças pode contribuir para a gestão da SAF, desde que haja um acordo que beneficie o clube.
Ele destacou que a possível participação de Marinakis e Kia no projeto seria avaliada com cautela, buscando a transição adequada para o tipo de negócio que prometem trazer ao Botafogo. Textor afirmou que manterá diálogo com as partes interessadas para definir os próximos passos.
Negociações com Danilo e Montoro
Textor explicou as negociações com o Nottingham Forest envolvendo Danilo e Montoro. Segundo ele, houve uma proposta para transferir os jogadores, manter parte do acordo e permitir retorno ao Brasil, conforme condições da FIFA.
O empresário afirmou que o valor de Danilo foi fortemente discutido, tendo em vista o estágio de recuperação do jogador. Segundo ele, o acordo com o Forest permitiria manter os atletas e, se valorizassem, render uma recompra para o Botafogo.
Ele apontou que a administração do clube social teria bloqueado os 34 milhões envolvidos na operação e acusou a entidade de agir para prejudicar a SAF. Textor reforçou que o Botafogo não pode inscrever novos atletas por questões de dívida com contratações.
Críticas a João Paulo Magalhães
Textor dirigiu críticas ao presidente do clube social, João Paulo Magalhães. Segundo ele, Magalhães mudou de posição durante o processo e não foi transparente com ele e com Durcesio Mello.
O empresário relatou que participou de reuniões em que Magalhães, segundo sua leitura, não agiu de forma a defender o Botafogo. Textor disse que o tribunal arbitral não lhe tirou o direito de participação e que houve mudanças de cargo sem base legal.
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