- A Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol advertiu o Palmeiras e o Fluminense por apresentarem balanços de 2025 sem assinatura de auditor independente.
- O Palmeiras já apresentou uma nova versão do documento antes do julgamento, no dia 29.
- O Fluminense não apresentou defesa e tem 15 dias para regularizar a situação; caso não o faça, sofrerá multa automática de R$ 40 mil.
- O Remo já havia sido advertido e corrigiu o problema; o Avaí está com situação parecida na Série B.
- O sistema de fair play financeiro entrou em vigor em janeiro, com implementação total prevista para 2028, dispondo de três janelas de monitoramento (31 de março, 31 de julho e 30 de novembro) e uso de autodeclaração.
A Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (Anresf) advertiu o Palmeiras e o Fluminense por falhas na apresentação do balanço financeiro de 2025, sem a assinatura de auditor independente. O documento não atendia aos requisitos do novo regime de fair play financeiro.
O Palmeiras já corrigiu o problema e apresentou uma nova versão antes do julgamento, no dia 29. O Fluminense não entregou defesa ainda e recebeu prazo de 15 dias para regularização, sob pena de multa automática de R$ 40 mil. O Remo já corrigiu a irregularidade.
Ações fazem parte das regras de fair play financeiro, em vigor desde janeiro. Clubes da Série A e B devem entregar demonstrações financeiras auditadas à Anresf. Avaí, da Série B, também está em situação semelhante por não apresentar relatório de auditoria independente.
Contexto regulatório
A CBF implementou o sistema de fair play financeiro em 2026, com objetivo de equilibrar financeiramente as equipes. A implementação é gradual: entra integralmente em 2028, com três janelas de monitoramento por temporada.
Durante as janelas, os clubes preenchem um formulário de autodeclaração. As informações auditadas passam a ser requisito obrigatório para evitar sanções e manter a conformidade com as regras vigentes.
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