- O Palmeiras acusa o STJD de tratamento diferente em relação a outros clubes após punição de Paulinho por gesto obsceno contra o Flamengo.
- A visão do clube foca na relatora Mariana Barreira, citando que ela deu o voto favorável à punição após a absolvição inicial e denoteu o mesmo nome que negou efeito suspensivo a Abel Ferreira.
- O comentarista Flávio Latif aponta que houve decisões com peso diferente, como a ausência de efeito suspensivo a Leonardo Jardim, técnico do Flamengo, em julgamento no mesmo período.
- O clube também cita reduções ou penas mais brandas em outros casos envolvendo diferentes profissionais, sugerindo tratamento desigual.
- A narrativa envolve ainda comparações com situações de Fernando Diniz e Abel Ferreira, destacando divergências em punições em episódios similares.
O Palmeiras afirma que não recebe o mesmo tratamento do STJD que outros clubes, após decisões recentes, segundo o repórter Flávio Latif no De Primeira, do Canal UOL.
O incômodo ganhou contorno com a decisão do STJD de punir Paulinho por gesto obsceno em jogo contra o Flamengo, após o tribunal ter revertido posição anterior.
Latif sustenta que há contradições entre julgamentos e cita casos envolvendo outros profissionais para ilustrar a percepção de desequilíbrio.
A direção do clube aponta ligação entre a relatora do caso, Mariana Barreira, e a decisão inicial que levou à punição de Paulinho, além do não retorno de efeito suspensivo a Abel Ferreira em outra punição.
Segundo a leitura do Palmeiras, há discrepâncias de peso em julgamentos de pessoas ligados a rivais, como a ausência de efeito suspensivo a Leonardo Jardim, técnico do Flamengo, em julgamento recente.
O veículo também cita diferenças entre desfechos de casos envolvendo técnicos como Fernando Diniz e Abel Ferreira, com punições distintas para situações semelhantes.
Fonte: Flávio Latif, De Primeira, Canal UOL.
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