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Possível corte de Wesley coloca Ancelotti entre opção e erro

Possível corte de Wesley coloca Ancelotti entre opção e erro: sem lateral que abra o campo pela direita, resta incerteza sobre Vitinho

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  • Depoimentos de Danilo e Marquinhos indicam que Wesley tem características únicas no grupo, o que levanta dúvidas sobre a escolha do técnico Carlo Ancelotti.
  • A lesão de Wesley aumenta a possibilidade de o time ficar sem o lateral-direito que abre o campo pela direita, a menos que haja outra solução.
  • O texto relembra decisões anteriores de Ancelotti, como em 2003 ao abrir mão de Simic para adaptar Costacurta, e em 2007 com Inzaghi marcando gols na final.
  • Na seleção, a ideia era ter um lateral que abrisse o campo pela direita; Estêvão poderia cumprir essa função, mas se machucou.
  • Sem Wesley e sem Estêvão, Vitinho aparece como opção; a tendência é manter o sistema, mas as características do time podem mudar para abrir o campo pela direita.

O realce do possível corte de Wesley mostrou Carlo Ancelotti na linha entre opção e erro, segundo relatos de jogadores como Danilo e Marquinhos. Eles apontam que Wesley tem características únicas no elenco, o que pode ter ficado ausente pela saída do atleta.

A aposta de Ancelotti em um lateral capaz de abrir o campo pela direita é central para o funcionamento da equipe. Com Wesley fora, não surge, a princípio, um substituto com o mesmo perfil no grupo atual.

Questionamentos recaem sobre a ideia de usar Paulo Henrique ou Vitinho na função, mas a avaliação inicial não indica que esses nomes seriam a solução. O técnico já mostrou, ao longo da carreira, que pode optar por caminhos diferentes conforme as necessidades.

Caminhos para o encaixe tático

Estêvão poderia, se recuperado, desempenhar o papel de abrir o campo pela direita, mas está contundido. Assim, a janela para redefinir o estilo sem Wesley fica estreita, mantendo o sistema, porém com perda de dinamismo pelas bandas.

A tendência, portanto, aponta para manter o desenho tático vigente, ainda que com mudanças na amplitude de jogo. Sem o membro canhoto capaz de estender o campo à direita, o time pode buscar alternativas para manter o ritmo ofensivo e a conexão pela meia esquerda.

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