- Wesley, lateral-direito, saiu de “quase reserva” para visto como insubstituível na seleção brasileira após a lesão muscular de Militão no amistoso contra o Egito.
- A leitura tática do treinador Carlo Ancelotti favorece esse status: defesa em 4-4-2 e ataque em 3-2-5, com Wesley abrindo o lado direito.
- Danilo, substituto de Wesley, confirmou que não tem a mesma característica do jogador; Marquinhos destacou a singularidade dele no elenco.
- Embora Militão fosse cotado para titular, a lesão abriu espaço para Wesley manter a função de ponta direita no esquema.
- Caso haja necessidade de substituição, a opção seria um lateral com menos talento específico, como Vitinho, do Botafogo.
O lateral-direito Wesley deixou de ser visto como reserva para se tornar peça-chave na seleção brasileira, após o amistoso contra o Egito e a lesão de Militão. O assunto ganhou força durante a saída do estádio do Cleveland Browns.
Após a derrota de Wesley, Danilo, que o substituiu, reconheceu que não rende da mesma forma em função. Ele mostrou que pode atuar de outras maneiras, mas que a característica do atleta diferente é essencial para o esquema de Carlo Ancelotti.
Marquinhos confirmou a leitura tática: Wesley tem um perfil único no elenco atual. A avaliação diverge de outros nomes que chegaram a ser cogitados para o posto de titular antes da lesão que abriu espaço para o jogador.
A lógica tática explicada pelo técnico envolve um 4-4-2 na defesa e um 3-2-5 no ataque. Nesse desenho, Vinicius atua pela esquerda e Wesley amplia o espaço na direita, explorando a largura do campo — uma característica que, segundo analistas, não é replicável por titulares como Danilo, Ibañez ou Militão.
Diante disso, a possível solução caso haja nova necessidade de substituição seria buscar um lateral com características diferentes, citando o atacante Vitinho, do Botafogo, como alternativa para manter o rendimento de largura no setor.
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