- O SoFi Stadium estreará como sede da Copa do Mundo de 2026 em 12 de junho, com o duelo entre EUA e Paraguai.
- Ao todo, a arena sediará oito jogos do Mundial.
- Trabalhadores que atuam em alimentação e bebidas aprovaram greve por ampla maioria (96%), representando cerca de dois mil funcionários, segundo o sindicato Unite Here Local 11.
- O impasse envolve reajustes salariais com a empresa terceirizada Legends Global e garantias contra ações de imigração; novas negociações devem ocorrer nos próximos dias.
- A Copa do Mundo de 2026 terá quarenta e oito seleções, começa em 11 de junho e inclui Los Angeles entre as onze cidades-sede dos Estados Unidos.
O SoFi Stadium, em Los Angeles, pode sofrer paralisação de trabalhadores durante a Copa do Mundo de 2026. A greve, ainda sem data definida, envolve serviços de alimentação e bebidas administrados pela Legends Global.
A mobilização foi aprovada por ampla maioria dos funcionários, segundo o sindicato Unite Here Local 11. 96% votaram a favor, representando cerca de 2 mil profissionais, entre cozinheiros, bartenders, atendentes e lavadores de pratos.
A parada ocorre em meio a negociações salariais com a empresa terceirizada. Novas rodadas de negociação estão marcadas para os próximos dias, sem confirmação de impacto imediato nas partidas.
Greve em SoFi Stadium
O estádio estreará como sede da Copa do Mundo no dia 12 de junho, com EUA x Paraguai. Ao longo do torneio, o local receberá mais sete jogos, totalizando oito.
Funcionários cobram reajustes salariais e garantias contra ações de fiscalização migratória. A preocupação aumentou após a confirmação de que agentes do ICE atuarão no esquema de segurança do Mundial, embora autoridades locais assegurem que não haverá operações previstas no entorno das partidas.
Contexto da Copa e mobilização adicional
Los Angeles é uma das 11 cidades-sede para o Mundial 2026, que ocorrerá também no Canadá e no México. O torneio começa em 11 de junho e será o primeiro com 48 seleções.
A mobilização trabalhista também se espalha para Seattle, onde funcionários de hotéis próximos aos locais de competição aprovaram greve, buscando melhores salários, cobertura de saúde e proteção contra ações migratórias.
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