- O volante Éderson, 26 anos, foi convocado por Carlo Ancelotti para substituir Wesley na seleção brasileira que se prepara para a Copa do Mundo nos Estados Unidos, após a lesão do lateral-direito.
- A decisão ocorreu após intensos debates na comissão técnica, surpreendendo quem aguardava opções como Paulo Henrique (Vasco) ou Vitinho (Botafogo) na pré-lista de cinquenta e cinco nomes.
- Éderson joga pela Atalanta e está próximo de fechar transferência para o Manchester United.
- Nascido em Campo Grande, ele começou no Desportivo Brasil e passou por Cruzeiro, Corinthians e Fortaleza antes de se destacar na Itália.
- A versatilidade do jogador, que pode atuar como primeiro ou segundo volante e, em alguns momentos, pelo corredor direito, pesou na escolha frente a Andrey Santos e Gabriel Sara.
O técnico Carlo Ancelotti surpreendeu ao convocar o volante Éderson para a Seleção Brasileira, substituindo Wesley, cortado por lesão na coxa esquerda. A lista final chegou após o corte de Wesley, que abriu espaço na equipe que se prepara para a Copa do Mundo nos Estados Unidos.
A decisão de chamar Éderson, de 26 anos, ocorreu após debates na comissão técnica. O jogador da Atalanta vinha recebendo atenção por suas características de marcação e saída de bola, que agradam ao treinador italiano.
Éderson está perto de fechar transferência para o Manchester United, o que reforça o interesse externo pela sua atuação. A convocação levou em conta o desgaste esperado na Copa e a necessidade de intensidade física no meio-campo.
Perfil do convocado
Nascido em Campo Grande, MS, Éderson iniciou a carreira no Desportivo Brasil e teve passagem por Cruzeiro, Corinthians e Fortaleza. Em 2022 despontou no Salernitana, na Itália, antes de ser contratado pela Atalanta por cerca de €15 milhões.
O volante se destacou pela versatilidade: pode atuar como primeiro ou segundo volante e já foi utilizado pelo corredor direito no clube italiano. Essa multifuncionalidade facilita ajustes táticos durante as partidas.
Contexto da escolha
A comissão técnica avaliou o peso físico exigido pela Copa nos EUA e a necessidade de maior poder de recomposição. Éderson disputou vaga com Andrey Santos e Gabriel Sara, que ficaram menos usados na reta final da temporada.
Ao longo das conversas, ficou claro que a combinação de ritmo, marcação e capacidade de distribuir jogo pesaria na decisão final. A convocação reforça a estratégia de manter o Brasil competitivo no meio-campo.
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