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Infantino atua como principal defensor da FIFA na véspera da Copa

Infantino defende a FIFA em meio a críticas à Copa de 2026: ingressos, vistos para o Irã e caso do árbitro somali, adotando tom defensivo

Gianni Infantino is preparing for a World Cup that will span three countries.
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  • A Federação Internacional de Futebol (FIFA) foi representada por Gianni Infantino em coletiva na Cidade do México, próxima ao início da Copa do Mundo de 2026, que será disputada em três países.
  • Infantino manteve tom de defesa da FIFA ante críticas sobre decisões passadas e questões atuais, incluindo críticas aos ingressos e à condução do Mundial.
  • A fala abordou a situação da seleção do Irã e a dificuldade de obtenção de vistos para entrar nos Estados Unidos, com Infantino dizendo que, se fosse preciso, levaria a equipe de ônibus até o torneio.
  • O presidente também comentou a recusa de entrada ao árbitro somali Omar Artan pelos EUA e questionou se a FIFA poderia influenciar leis em outros países, como o Reino Unido.
  • Ele elogiou as obras de melhoria no Estádio Azteca (renomeado Estádio Ciudad de México para o Mundial) e pediu tranquilidade, destacando a visão de que o evento pode promover enxugamento de tensões globais.

Gianni Infantino discursou ante-reporteres na véspera do Mundial de 2026, em um tradicional evento de imprensa na Cidade do México. O presidente da Fifa esteve em um pavilhão próximo ao Estadio Azteca, agora nomeado Estadio Ciudad de México, onde o torneio será aberto nesta quinta-feira, com o confronto entre México e África do Sul.

O discurso retomou defesas de a Fifa ter escolhido o Qatar em 2022 e, novamente, abordar críticas sobre o papel da entidade nos problemas do Mundial de 2026. Infantino manteve o tom de defesa da organização diante de questionamentos sobre condições de trabalho e custos operacionais.

Controvérsias de vistos, ingressos e política

Durante a fala, o dirigente comentou a situação de vistos de jogadores e staff do Irã, mencionando a hipótese de deslocamento de ônibus para o torneio, e abordou o tema de preços de ingressos, defendendo que valores acompanham padrões de playoffs de grandes ligas.

Também houve debate sobre a recusa de entrada de um árbitro somali nos Estados Unidos e a possibilidade de alterações em leis de países anfitriões, questões que Infantino tratou como limites da atuação da Fifa e da organização do Mundial.

Azteca e história do estádio

Infantino elogiou as obras de reforma do Estadio Azteca, relembrando momentos históricos do futebol mexicano, como conquistas de Pelé em 1970 e Maradona em 1986. Enquanto isso, protestos contra condições de trabalho ocorrem próximo ao estádio, com atuação de forças de segurança.

Ao fim, o presidente da Fifa comentou sobre o papel do evento global e a busca por união mundial, destacando a importância simbólica da Copa do Mundo para milhões de torcedores, sem emitir conclusão ou opinião pessoal.

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