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Lesões de Neymar e Wesley tiraram jogadores da seleção brasileira da Copa 2026

Cinco desfalques afastam Neymar, Wesley, Rodrygo, Estevão e Éder Militão da estreia do Brasil na Copa do Mundo de 2026

Os jogadores da seleção brasileira de Carlo Ancelotti que estão lesionados. — Foto: Montagem g1
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  • A estreia do Brasil na Copa do Mundo de 2026 contra o Marrocos acontece neste sábado, 13, com cinco desfalques na equipe de Carlo Ancelotti.
  • Neymar sofreu lesão grau dois na panturrilha, com ruptura parcial de fibras, o que pode deixá-lo fora da partida de abertura.
  • Wesley teve lesão grau três no músculo adutor da coxa esquerda, exigindo recuperação superior a oito semanas e já com atraso em relação ao planejamento inicial.
  • Rodrygo sofreu rupturas no ligamento cruzado anterior do joelho direito e no menisco, em março, com tempo de recuperação estimado entre seis e doze meses.
  • Estevão registrou ruptura completa do músculo posterior da coxa direita (grau quatro), com previsão de retorno entre oito a doze semanas, podendo demandar cirurgia; Éder Militão também tem histórico de lesão no bíceps femoral, com sintomas fortes e recuperação variável.

O Brasil encara sua estreia na Copa do Mundo 2026 contra o Marrocos neste sábado. A delegação chega com desfalques expressivos por lesões musculares e rupturas ligamentos. O recorrente período de recuperação compromete o time brasileiro.

A comissão técnica de Carlo Ancelotti vai a campo com cinco ausências que influenciam o planejamento tático. Neymar, Wesley, Rodrygo, Éder Militão e Estevão não estão à disposição para o confronto. A gravidade das lesões varia entre ruptura parcial e completa, com recuperação prevista em semanas a meses.

Neymar Jr.

O camisa 10 sofreu ruptura parcial de fibras na panturrilha, no Santos, em jogo do Campeonato Brasileiro. A lesão é de grau 2, o que exige tempo para recuperação sem cirurgia, segundo o clube e médicos. A nova avaliação determinará o retorno a campo.

Wesley

Wesley sofreu lesão grau 3 no adutor da coxa esquerda, condição que indica ruptura completa do músculo. O lance encerrou sua participação na Copa ainda antes da estreia. O cronograma de recuperação supera oito semanas, inviabilizando o retorno para o torneio.

Rodrygo Goes

Rodrygo sofreu rompimento do ligamento cruzado anterior do joelho direito e lesão no menisco, em março. O LCA é grave, com tempo de recuperação variando entre 6 e 12 meses, atrasando o retorno do atacante. A situação complica o planejamento do elenco.

Estevão

Estevão tem ruptura completa do músculo posterior da coxa direita. O quadro é classificado como grau 4 por alguns critérios, com inflamação e dor intensas. O tratamento pode exigir de oito a doze semanas, podendo haver cirurgia. O retorno depende da evolução clínica.

Éder Militão

Militão retornou a sofrer lesão no bíceps femoral. O problema na parte de trás da coxa é recorrente e pode exigir repouso ou intervenção cirúrgica, dependendo da resposta ao tratamento. A lesão complica a linha defensiva do time.

Fontes e contexto

Especialistas explicam que lesões musculares têm recuperação variável e demandam planejamento específico. Entre as lesões, a panturrilha, o adutor e o bíceps femoral aparecem como principais foco de cuidado da comissão técnica.

Quem fica fora e quando

As informações indicam que os atletas passam por avaliações periódicas para ajustar a convocação de substitutos. A estreia do Brasil contra o Marrocos ocorre neste sábado, em data definida pela FIFA para a fase de grupos. A seleção busca manter o nível competitivo sem os titulares indisponíveis.

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