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Arnaldo afirma que Ronaldo e Romário não cultuam Pelé nem o passado

Arnaldo Ribeiro afirma que o futebol brasileiro não cultua ídolos, prejudicando a memória de Pelé e Garrincha diante do debate sobre o maior da história

Ronaldo e Romário na comemoração do título do tetracampeonato mundial na Copa de 1994
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  • Arnaldo Ribeiro disse, no Posse de Bola, do Canal UOL, que jogadores brasileiros “não cultuam o mito” e costumam desvalorizar quem veio antes.
  • A fala surgiu após Ronaldo classificar Lionel Messi como o maior da história; Arnaldo vê o problema além da comparação entre gerações.
  • Ele afirmou que o duelo gera uma lógica cultural no futebol brasileiro, com episódios como Romário dizendo que Pelé deveria ficar quieto.
  • O comentarista destacou que a discussão frequentemente esquece a memória do futebol brasileiro, citando Garrincha como exemplo de nomes esquecidos.
  • Em termos internacionais, mencionou o ex-jogador argentino Sorin, que, ao falar de Messi, manteve apoio ao jogador mesmo sem grande títulos, contrastando com a relação de torcedor com ídolos.

O ex-jogador Ronaldo não é visto como alguém que cultua o mito do futebol brasileiro, segundo avaliação de Arnaldo Ribeiro no programa Posse de Bola, veiculado pelo Canal UOL. O comentarista afirma que há uma tendência de desvalorizar ídolos anteriores e de buscar consensos genéricos entre gerações.

A análise surgiu após Ronaldo declarar que Lionel Messi seria o maior da história. Para Arnaldo, a discussão ultrapassa a comparação entre eras e revela um traço cultural presente no futebol brasileiro, segundo ele.

Arnaldo Ribeiro reforça que o tema costuma marginalizar a memória do futebol nacional. Ele cita o esquecimento de nomes históricos, como Garrincha, como exemplo de como a discussão sobre o maior da história perde o eixo factual.

Durante o debate, o comentarista compara a postura de ex-jogadores do Brasil com situações observadas em outros contextos. Ele lembra que, na Argentina, mesmo atletas próximos a Messi mantêm intensa identificação com o jogador, sem necessariamente refletir a trajetória de suas próprias carreiras.

A fala de Arnaldo Ribeiro faz parte do conjunto de observações apresentadas no Posse de Bola, que discute o peso da memória esportiva e a relação entre fãs, ídolos e gerações que se iniciam no futebol.

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