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Danilo Luiz nega jogo do tigrinho e diverge de parceiros da seleção

Lateral da seleção nega participação no 'jogo do tigrinho' e aderiu à campanha contra apostas on-line, ressaltando saúde emocional de jovens

Danilo Luiz (Reprodução/Instagram)
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  • Danilo Luiz da Silva, 34, lateral do Flamengo, aderiu à campanha Block no Tigrinho contra apostas on-line.
  • A ação destaca os impactos das plataformas de apostas no Brasil, tema que o jogador aborda publicamente.
  • Danilo é cofundador da Voz Futura, plataforma voltada à educação socioemocional, comunicação propositiva e impacto social.
  • O projeto nasceu na pandemia para oferecer espaços de conversa construtiva e reduzir o cultivo de notícias negativas.
  • O atleta tem passagem por Santos, Porto, Real Madrid, Manchester City, Juventus e Flamengo, está na seleção desde 2011 e planeja estudar psicologia, com início de jornalismo na modalidade EAD.

Danilo Luiz da Silva, 34, do Flamengo, aderiu à campanha Block no Tigrinho, que alerta para os impactos das plataformas de apostas on-line no Brasil. A iniciativa foi anunciada em meio ao debate sobre patrocínios de casas de apostas no futebol brasileiro.

O jogador, natural de Bicas, Minas Gerais, integra a seleção brasileira desde 2011 e tem se posicionado em temas além das quatro linhas. A adesão ao movimento acontece em um momento em que o futebol nacional recebe apoio de anunciantes ligados a jogos de azar.

Trajetória e atuação fora de campo

Fora das quatro linhas, Danilo atua como cofundador da Voz Futura, plataforma voltada à educação socioemocional, comunicação propositiva e impacto social. O projeto surgiu durante a pandemia, para ampliar espaços de conversa mais construtivos.

Educação, psicologia e interesses acadêmicos

Entre os interesses declarados pelo jogador estão a psicologia e o jornalismo. Ele já mencionou planos de estudar Psicologia e iniciou estudos em Jornalismo na modalidade EAD, buscando ampliar o diálogo sobre temas de saúde mental.

Fonte de referência para as ações do atleta na imprensa aponta que a postura dele em risco de cegueira patrocínios é observada com atenção no cenário esportivo. A iniciativa reforça o debate sobre responsabilidade social de atletas e marcas.

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