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Zagueiro do Haiti mira parar ataque da Seleção, já foi algoz de clubes brasileiros

Ricardo Adé, zagueiro haitiano da LDU, é a principal esperança de conter o Brasil, com histórico de sucesso contra clubes brasileiros em mata-matas

Ricardo Adé pela seleção do Haiti — Foto: Leonardo Fernandez / Getty Images
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  • Ricardo Adé, zagueiro haitiano de 36 anos, atua pela LDU e é a principal esperança do Haiti para parar o Brasil na sexta-feira.
  • O defensor já encarou times brasileiros em dezoitozeito jogos desde 2023, com retrospecto equilibrado entre vitórias, derrotas e empates.
  • Entre os adversários, teve confrontos marcantes com Botafogo, São Paulo e Flamengo, com atuações decisivas em fases de mata-mata.
  • Em confrontos diretos, o desempenho dele contra Botafogo e São Paulo rendeu vitórias importantes e eliminações nos torneios disputados pela LDU.
  • Pela seleção haitiana, Adé soma sessenta partidas e dois gols, além de ter sido eleito esportista do ano em 2025.

O zagueiro haitiano Ricardo Adé, de 36 anos, é a principal esperança do Haiti para conter o Brasil na próxima sexta-feira. Ativo na LDU desde 2023, ele é referência defensiva da equipe e acumula experiência contra o futebol brasileiro. O atacante adversário é o favorito do confronto.

Ao longo de sua passagem pela LDU, Adé enfrentou 17 times brasileiros entre Libertadores e Sul-Americana, incluindo Botafogo, Flamengo, Fluminense, Mirassol, Palmeiras e São Paulo. O italiano desempenha papel-chave na retaguarda e busca manter o placar estável.

O retrospecto contra times do Brasil é equilibrado, com sete vitórias para cada lado e três empates. Em mata-matas, porém, o haitiano costuma ter melhor desempenho, com três classificações em quatro eliminações e uma final conquistada.

Desempenho contra equipes brasileiras

Entre os rivais, Botafogo aparece com maior frequência. Em 2023, pela Sul-Americana, a LDU avançou com 0 a 0 no Rio, e em 2024 houve vitória e derrota em jogos de grupos pela Libertadores. Em 2025, nas oitavas, Adé ajudou na vitória por 2 a 0 na altitude de Quito e na derrota por 1 a 0 no Rio.

São Paulo é outro adversário recorrente. Em 2023, nas quartas da Sul-Americana, a LDU avançou nos pênaltis após 2 a 1 em casa e 1 a 0 fora. Em 2025, pelas quartas da Libertadores, o zagueiro venceu as duas partidas: 2 a 0 em Quito e 1 a 0 no Morumbi.

Flamengo e Fluminense também enfrentaram Adé duas vezes cada, em jogos recentes. O Flamengo ficou com a melhor na fase de grupo de 2025, tendo derrota e empate, enquanto o Fluminense levou o título da Recopa Sul-Americana de 2024, com uma vitória de Adé em Quito e derrota no Maracanã.

Fortaleza vingou na final da Sul-Americana de 2023, com Adé ajudando a LDU a empatar no tempo regulamentar e nas prorrogações, vencendo nos pênaltis. Outros duelos, como com Palmeiras e Mirassol, reforçam a presença do zagueiro em decisões importantes.

Carreira e papel na seleção

Aos 36 anos, Adé soma 60 jogos pela seleção haitiana, com dois gols marcados. O jogador estreou pela equipe em 2016 e voltou ao time em 2018, consolidando-se como peça fixa. Em 2025, foi eleito esportista do ano no Haiti.

Antes da Copa, o perfil da Federação Haitiana exaltou o zagueiro como base da defesa e líder em campo, destacando sua consistência e importância para a trajetória da seleção rumo ao torneio.

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