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Raphinha recebe nova chance na seleção para mostrar versão do Barça

Raphinha busca repetir no Brasil o rendimento do Barcelona, após atuação discreta na Copa; jogo contra o Haiti é oportunidade de recuperar confiança

Raphinha teve atuação apagada contra o Marrocos
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  • Raphinha tem 40 jogos pela seleção e fez 11 gols, média de 0,27, abaixo do rendimento no Barcelona (177 jogos, 75 gols; média de 0,42).
  • Pelo Barcelona, ele é visto como um jogador-chave, com atuação consistente e participação direta no ataque.
  • Nesta sexta-feira, Brasil enfrenta o Haiti pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo, em Philadelphia, às 21h30 (horário de Brasília).
  • Carregado de confiança, o atacante foi elogiado por Carlo Ancelotti, que o vê capaz de atuar em todas as posições do ataque.
  • Em Copas do Mundo, Raphinha ainda não marcou gols em seis jogos disputados, apesar de ser peça importante para a seleção.

Raphinha busca manter no Brasil a mesma regularidade mostrada pelo Barcelona. O atacante de 29 anos tem 40 jogos pela seleção e 11 gols, enquanto pelo clube espanhol soma 177 partidas com 75 gols. A diferença entre as médias preocupa半, mas não apaga o papel titular no ataque.

Na Copa do Mundo de 2026, ele estreou com um empate em 1 a 1 contra Marrocos e ficou longe de decidir o jogo. Ainda assim, aparece como o jogador brasileiro com maior esforço físico na equipe, segundo dados oficiais da CBF, com 11,6 km percorridos.

O técnico Carlo Ancelotti o descreve como jogador versátil, capaz de atuar em todas as posições do ataque. Em Nova Jersey, o treinador afirmou que Raphinha pode render ainda mais e passa confiança ao atleta, que reconhece cobranças pelo desempenho na seleção.

Raphinha destacou a evolução desde a Copa anterior, afirmando que está mais preparado pelo seu momento no clube e pelo entendimento do grupo. Ele disse que, se o time precisar, pode melhorar e que aceita críticas sem problema.

Ao fim do confronto com Marrocos, o brasileiro encerrou o jogo exausto após ser o principal corredor em campo. Bolhas nos pés atrapalharam treinamentos pré-jogo contra o Haiti, mas Ancelotti não cogita tirá-lo da titularidade por ora.

Desempenho e contexto

O jogador tem mostrado mobilidade e participação ativa com a bola, alternando entre flanco e meio. A expectativa é que passe a ditar o ritmo do ataque brasileiro nas próximas rodadas, especialmente diante de adversários que exigem recuo rápido e transição intensa.

Análise de dados aponta que ele é o principal diferencial do time em intensidade de jogo, ainda que os gols pela seleção apareçam com menos frequência que no Barcelona. A continuidade no papel titular depende de manter o ritmo físico e a eficiência nas finalizações.

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