- Vini Jr. usa um lanche simples nos vestiários antes do jogo: fatia de abacaxi ou, às vezes, maçã.
- A estratégia busca energia rápida sem peso no estômago, mantendo fôlego e desempenho contínuo durante a partida.
- O abacaxi fornece água, vitamina C e bromelina, enzima que ajuda na digestão de proteínas e reduz microlesões por esforço intenso.
- A maçã oferece frutose e fibras, liberando energia de forma estável e evitando quedas rápidas de energia.
- A sugestão de uso é consumir uma fatia de abacaxi e uma maçã pequena entre 30 e 40 minutos antes da atividade, benefício que pode servir também para treinos como corrida, musculação e crossfit.
O lanche pré-jogo de Vini Jr. ganhou notoriedade ao ser adotado nos vestiários antes das partidas, com uma combinação simples de abacaxi ou, às vezes, maçã. A prática visa manter fôlego e evitar desconforto gástrico durante as arrancadas.
A escolha é apresentada como estratégica para atletas que dependem de explosão muscular. A ideia é oferecer energia rápida sem peso no estômago, favorecendo o equilíbrio entre carboidratos, água e vitaminas. O objetivo é sustentar o desempenho ao longo do jogo.
A influenciadora e maratonista Babi Beluco gravou um vídeo detalhando a explicação, destacando a absorção gradual de carboidratos e a função da bromelina na digestão de proteínas. A abordagem é apresentada como benéfica para atletas que exigem recuperação rápida.
Como funciona a combinação abacaxi e maçã
O abacaxi, com alto teor de água, hidrata sem pesar e entrega carboidratos simples. Além disso, contém vitamina C e bromelina, que ajuda na digestão e possui ação antiinflamatória. Esses elementos podem reduzir microlesões musculares.
A maçã oferece frutose e fibras, liberando energia de forma mais estável. O consumo pré-treino ajuda a evitar quedas bruscas de glicose e mantém o fôlego durante a atividade física.
Aplicação prática para treino
Recomenda-se consumir uma fatia de abacaxi e uma maçã pequena entre 30 e 40 minutos antes do exercício. Esse intervalo facilita a digestão e a transformação dos alimentos em energia utilizável pelos músculos.
A prática é apresentada como útil tanto para atletas de alta performance quanto para corredores, praticantes de musculação ou treinos de resistência. A ideia é adaptar a estratégia aos objetivos individuais.
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