- Santos não pagou as parcelas devidas a Neymar e fechou um novo acordo até 2032.
- A dívida total é de R$ 90,5 milhões, referente aos direitos de imagem do primeiro semestre de 2025, com mínimo de 15 milhões de euros pela NR Sports.
- O acordo original previa R$ 26 milhões em cinco parcelas de R$ 5,2 milhões e R$ 64,5 milhões em 43 parcelas de R$ 1,5 milhão; as cinco primeiras parcelas deste ano não foram pagas.
- No novo ajuste, o Santos pagaria 2 milhões de euros (R$ 11,9 milhões) com uma parcela da venda de Luca Meirelles ao Shakhtar Donetsk; os R$ 78 milhões restantes seriam divididos em 78 parcelas mensais de R$ 1 milhão, até o fim de 2032, sem garantia de centro de treinamento ou de reeleição da gestão.
- O caso foi citado por José Augusto Faia Conrado durante reunião do Conselho Deliberativo, que indicou preocupação com o futuro financeiro do clube. O presidente confirmou os valores e destacou que os acordos visam benefícios ao Santos.
O Santos não conseguiu honrar as parcelas devidas a Neymar e fechou um novo acordo até 2032 para quitar parte da dívida. A obrigação é de 90,5 milhões de reais referentes aos direitos de imagem do primeiro semestre de 2025, com um componente de 15 milhões de euros previsto à família do jogador por meio da NR Sports. O primeiro acordo previa cinco parcelas de 5,2 milhões, de janeiro a maio, e 43 parcelas de 1,5 milhão para o restante, mas as cinco parcelas de 2025 não foram pagas.
O clube alternou o pagamento com a venda de Luca Meirelles ao Shakhtar Donetsk, destiando 2 milhões de euros da transação para quitar parte da dívida. O montante de 78 milhões de reais será dividido em 78 parcelas mensais de 1 milhão, estendendo o pagamento até o fim de 2032. O acordo não traz garantias como centro de treinamento nem condições associadas à gestão atual.
Conselheiro José Augusto Faia Conrado reportou o conteúdo ao Conselho Deliberativo na última segunda-feira, demonstrando preocupação com a situação financeira do clube e com o que vem pela frente para administrações futuras. O cenário sugere que dois próximos presidentes precisarão lidar com o histórico peso financeiro relacionado a Marcelo Teixeira.
O presidente do Santos não negou os valores envolvidos e destacou que os aditivos têm beneficiado o clube, ressaltando que o projeto pode ir além do desempenho esportivo. O dirigente indicou que a continuidade dos acordos é positiva para a organização, sem comentar detalhes adicionais sobre a estratégia financeira.
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