- Endrick elogiou Carlo Ancelotti, chamando-o de iluminado e dizendo que seguiria suas orientações cegamente.
- Em entrevista no hotel da seleção, o atacante ressaltou que o técnico pensa no grupo e busca o melhor para a equipe, não apenas para ele.
- O jovem relembrou a relação positiva com Ancelotti no Real Madrid, lembrando o papel de mentor do treinador e a convivência com a equipe de apoio.
- Endrick pode atuar pelo meio ou pela direita, dependendo da necessidade de Ancelotti, citando experiência como falso nove e de atuação na direita no Lyon.
- Caso seja escolhido, a provável reversão tática é colocar Endrick centralizado no ataque, com Matheus Cunha recuando ao meio; Brasil encara a Noruega no domingo, às 17h de Brasília, em Nova Jersey.
Endrick e Ancelotti, no hotel da seleção, marcaram coletiva nesta quinta-feira para falar sobre a Copa do Mundo de 2026. O brasileiro comentou o papel do treinador e a confiança no trabalho do grupo.
O jovem atacante elogiou o julgamento de Ancelotti e disse confiar cegamente nas instruções do técnico. Afirmou que o objetivo é o melhor coletivo, e que o treinador atua sem medo, guiando a equipe.
Endrick também relembrou a passagem pelo Real Madrid, destacando Ancelotti como mentor. O jogador ressaltou a convivência positiva com o técnico e com a equipe de apoio, em especial no período europeu.
Possível papel tático
Caso seja escalado no ataque, Endrick pode ocupar a função central ou atuar pela direita, dependendo da necessidade da equipe. Em clubes anteriores, ele já atuou como nove, aberto na direita e falso 9, segundo o jogador.
A ideia é manter o plano traçado pelo Mister, que, segundo o jovem, guiará as escolhas de forma objetiva. Ele afirmou estar pronto para seguir as instruções sem hesitar.
A seleção brasileira enfrenta a Noruega no domingo, às 17h, em Nova Jersey, pela segunda fase da Copa. A convocação e as alterações dependem da avaliação do técnico ante o adversário.
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