- O Santos está proibido de contratar por transfer ban da FIFA e foca em colocar os salários em dia como principal reforço para o segundo semestre.
- Os direitos de imagem dos jogadores estão atrasados, e a diretoria afirmou que não contratará ninguém até quitar as pendências.
- Cuca disse que manter os salários em dia será o maior reforço e que não adianta trazer nomes se houver atraso salarial.
- O treinador elogiou o comportamento dos jogadores na vitória por 3 a 0 sobre o União São João e disse haver confiança na diretoria para equilibrar as finanças.
- Com a janela de transferências abrindo em 20 de julho e poucas opções, o Santos aposta na base e programou mais um jogo-treino no CT Rei Pelé com portões fechados.
Com o Santos proibido de contratar por decisão da FIFA, em decorrência do transfer ban. O técnico Cuca tem prioridade clara para o segundo semestre: manter os salários em dia pode ser o principal reforço do elenco.
Os direitos de imagem dos jogadores vêm apresentando atraso, o que levou a diretoria a prometer que nenhum reforço será contratado até regularizar as pendências financeiras. A realidade financeira do clube, porém, não impede o dia a dia do grupo.
Cuca ressaltou que, mesmo sem chegada de novas peças, pode extrair o melhor dos profissionais disponíveis. A vitória por 3 a 0 sobre o União São João, neste sábado, foi elogiada pelo treinador pelo comportamento e pelo profissionalismo do elenco.
Diante de uma janela de transferências que se aproxima, o comandante admite que as opções externas devem ser raras. O caminho apontado envolve valorizar a base e buscar aproveitamento dos jovens para o restante da temporada.
O Santos planeja, ainda, um jogo-treino no CT Rei Pelé, com portões fechados à imprensa e à torcida, antes de voltar aos compromissos oficiais.
Perspectivas para o segundo semestre
Cuca afirma que o clube precisa evoluir na classificação do Brasileiro para alcançar o objetivo de disputar competições sul-americanas. A diretoria mantém o foco na regularização financeira e na formação de atletas da base como caminho estratégico.
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