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Muricy Ramalho diz que começo errado não pode dar certo no final

Trocas de treinadores e de presidência prejudicam o planejamento; a eliminação diante da Noruega evidencia desorganização e necessidade de reformular o futebol brasileiro

Muricy Ramalho em participação no programa Galvão e Amigos, da TV Bandeirantes
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  • Muricy Ramalho diz que começo ruim ajuda a explicar o resultado da seleção, citando muitas mudanças de treinadores, de presidentes e um ambiente conturbado nas eliminatórias.
  • Um técnico estrangeiro chegou de última hora e demorou a conhecer o futebol brasileiro, o que exige organização para se adaptar.
  • Clubes que se destacam costumam manter treinadores por mais tempo; a CBF precisa reformular o futebol brasileiro em todos os setores, inclusive nas bases.
  • O futebol brasileiro carece de identidade clara e a seleção acabou eliminada pela Noruega.
  • Propõe-se uma reflexão profunda, como um congresso com treinadores, imprensa e federações, para debater alternativas de melhoria.

Muricy Ramalho afirmou que uma coisa que começa errada não pode dar certo no final. O comentário aborda as frequentes trocas de treinadores na seleção brasileira e o clima conturbado nas eliminatórias, que, segundo ele, refletem desorganização recente.

Segundo o treinador, um técnico estrangeiro chegou de última hora e ainda não conhecia o futebol brasileiro. Ele destacou que esse processo não se resolve rapidamente e exige organização para dar resultados consistentes.

Para Ramalho, as equipes que se destacam costumam manter o corpo técnico por mais tempo. Ele ressaltou a necessidade de a CBF buscar um modelo que reformule o futebol brasileiro em todas as áreas, incluindo as categorias de base, que enfrentam problemas.

Contexto e avaliação do momento

A análise aponta que a seleção não possui identidade clara há tempos e enfrenta uma série de mudanças institucionais. A gestão atual é citada como parte do desafio para planejar o futuro do futebol nacional.

A equipe brasileira acabou eliminada pela Noruega nas etapas da Copa do Mundo de 2026, o que, na visão de Ramalho, evidencia a fragilidade do ciclo atual. A conclusão é de que ajustes estruturais são necessários para recuperar o desempenho histórico.

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