- Brasil foi eliminado pela Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, encerrando a participação na competição.
- Desde 2014, o Brasil cai diante de seleções europeias em partidas de mata-mata: Alemanha (2014, 2º no ranking), Bélgica (2018, 3º), Croácia (2022, 12º) e Noruega (2026, 31º).
- No jogo com a Noruega, Bruno Guimarães perdeu pênalti, Endrick teve chance clara, e Haaland abriu e ampliou o placar; Neymar diminuiu nos acréscimos.
- A derrota reforça a tendência de tropeços contra europeias, mantendo o Brasil sem vencer seleções do continente em mata-mata desde a final de 2002.
- O resultado aumenta a cobrança sobre o desempenho da seleção no ciclo atual.
O Brasil foi eliminado pela Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, disputada neste domingo. A derrota por 2 a 0 manteve a série de tropeços do time brasileiro contra seleções europeias em mata-mata desde 2014, em um cenário em que a Noruega, 31ª no ranking, superou o favoritismo histórico do adversário.
A eliminação ocorre após um confronto em que o Brasil teve chances, mas não conseguiu converter. Bruno Guimarães perdeu pênalti no primeiro tempo, defendido por Nyland, e Endrick teve oportunidade clara na etapa final. Haaland abriu o placar aos 34 minutos da segunda etapa, ao antecipar Gabriel Magalhães, e ampliou aos 45, fechando o jogo. Neymar descontou de pênalti nos acréscimos.
A cada ciclo desde 2014, o Brasil caiu diante de uma seleção europeia: Alemanha ( ranking 2º à época) em 2014, Bélgica (3º) em 2018, Croácia (12º) em 2022 e Noruega (31º) em 2026. O retorno do craque Haaland ao ataque, com a equipe nórdica mostrando força física e uma proposta clara, contrastou com a atuação brasileira, que não vence uma equipe europeia em mata-mata desde a final de 2002, quando derrotou a Alemanha por 2 a 0.
Sequência de derrotas e contexto
A série de eliminações segue gerando cobrança sobre o desempenho do Brasil em grandes torneios, especialmente em fases decisivas contra nordic europeus. A presença de Haaland, estrela do ataque norueguês, foi determinante nos momentos-chave da partida. A seleção continua buscando revisões táticas e motivacionais para futuras Copas, sem indicar mudanças imediatas no staff técnico ou na formação base.
Entre na conversa da comunidade