- Brasil teve campanha medíocre, com três vitórias, um empate e uma derrota, chegando à terceira fase entre seis possíveis.
- O desempenho foi marcado por adversários pouco inspirados, com empate com o sexto colocado e derrota para o décimo nono no ranking da Fifa, apontando pobreza de repertório.
- O país enfrenta jejum de título: desde 1994 não vence um Mundial, e a expectativa é de cerca de vinte e oito anos sem conquista até o início do Mundial de 2030.
- O ciclo técnico foi conturbado, com troca de técnicos, esquema tático em 4-2-4 e convocações questionáveis, incluindo Casemiro, Marquinhos, Danilo e Alisson. Neymar também foi alvo de críticas pelo rendimento na Copa e por episódios em campo.
- A seleção não vence uma equipe europeia em mata-mata desde 2002, e tem sido eliminada por europeias em diversos momentos, mantendo a narrativa de ciclos que não se repetem em títulos.
O apresentador da CNN Brasil, Jairo Nascimento, afirmou que a campanha da seleção brasileira foi medíocre, destacando que vitórias não esconderam falhas recentes. Em seis fases, o Brasil chegou até a terceira, com três vitórias, um empate e uma derrota.
Segundo o ranking da Fifa, o Brasil empatou com o sexto colocado e perdeu para o décimo nono. A crítica aponta para uma queda de qualidade e repertório em comparação com o passado da seleção.
Desempenho e histórico recente
O ciclo, marcado por trocas de técnicos e pela atuação diante de adversários europeus, é avaliado como pouco eficaz. O técnico Carlo Ancelotti teve rendimento abaixo do esperado, com escolhas de elenco e sistema tático contestadas.
Neymar apareceu no centro das atenções durante a Copa de 2026, com participação discreta e episódios que repercutiram fora de campo. A condição física e as escolhas de cobrança de pênalti também foram apontadas como determinantes para o desempenho.
Detalhes da campanha e próximos passos
No atual Mundial, o Brasil teve gols perdidos e erros que comprometeram o objetivo de vencer o título. A eliminação revela déficits em comparação com gerações anteriores, segundo a análise veiculada pela emissora. Martinelli e Endrick tiveram oportunidades, mas não convertemu-as em gols.
Bruno Guimarães foi destaque de uma discussão sobre cobrança de pênalti, com a lista de preferências de Ancelotti sendo revelada. O lance decisivo ocorreu na cobrança mal executada que selou o destino da participação brasileira.
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