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Sete atletas de alto rendimento adotam dietas vegetarianas ou veganas

Esportistas de alto rendimento adotam dietas à base de plantas, apontando ganhos de energia e menor inflamação; exemplos vão da Fórmula 1 ao basquete

Marcelinho Huertas decidiu aderir ao veganismo em 2017 — Foto: Reprodução Instagram
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  • A matéria apresenta atletas de alto rendimento, brasileiros e internacionais, que adotaram dietas à base de plantas ou veganas, influenciados por documentários e pela busca por saúde.
  • O coordenador de nutrição do Comitê Olímpico do Brasil afirma que é possível manter alto nível com dieta vegana ou vegetariana, destacando carboidratos, fitoquímicos, antioxidantes, minerais e vitaminas.
  • Marcelinho Huertas, de 39 anos, tornou-se vegano em 2017 e atua na Espanha, com participação prevista em Paris 2024.
  • Gabriel Medina tornou-se vegetariano em 2021; Marta Silva passou a praticar veganismo em 2019; Hugo Calderano adota dieta vegetariana há quatro anos.
  • Serena e Venus Williams também seguem dieta vegana, defendendo benefícios para o desempenho e bem-estar.

O GQ Esporte Clube traz histórias de atletas de alto rendimento que adotaram dietas à base de plantas, vegetariana ou vegana. A matéria destaca como esse tipo de alimentação ganhou espaço no cenário esportivo mundial, inclusive entre brasileiros.

A transição alimentar vem ganhando adesão dentro e fora do Brasil. Profissionais de diversas modalidades afirmam que a alimentação sem carne pode oferecer carboidratos, fitoquímicos e vitaminas, contribuindo para reduzir inflamações musculares.

Segundo o coordenador de nutrição do Comitê Olímpico do Brasil, Ruan Santos, é viável ser atleta de alto nível com dieta vegetal. Ele cita alta energia e menor fadiga como benefícios observados em praticantes dessa alimentação.

Exemplos de atletas e trajetórias

Marcelinho Huertas, basqueteiro brasileiro, passou a adotar o veganismo em 2017. O atleta, que joga pela Espanha, planeja disputar as Olimpíadas de Paris em 2024 e afirma notar melhoria em tendões e joelhos.

Gabriel Medina também sinalizou mudança alimentar, sendo vegetariano a partir de 2021. O surfista explicou ter decidido pela redução de carne após conteúdo de documentários e reflexões pessoais.

Marta Silva, atacante da seleção brasileira feminina, aderiu ao veganismo em 2019. Ela diz ter sido influenciada por documentários e por mudanças na alimentação desde a infância.

Hugo Calderano, mesa-tenista brasileiro, informou há quatro anos ter adotado uma dieta vegetariana. O atleta destacou melhoria de desempenho e chegou às quartas de final nos Jogos de Tóquio em 2021.

Lewis Hamilton, campeão de Fórmula 1, não consome carne desde 2017. Em 2020, ele creditou parte do sucesso na temporada à dieta vegana, que traz mais estabilidade de energia para o piloto.

Serena e Venus Williams, duas referências do tênis, mantêm dieta vegana. Serena destacou que o estilo de vida está associado a um compromisso com a saúde e o meio ambiente; Venus também falou sobre benefícios na performance.

A cobertura cita ainda que o cardápio de atletas de elite veganos costuma incluir várias refeições diárias com sementes, oleaginosas, abacate e cereais. A rotina busca manter energia estável e resistência durante o training.

Considerações sobre impacto e adesão

A matéria ressalta que a escolha por dietas à base de plantas pode influenciar o desempenho, sem impor limites exclusivos aos atletas. Fontes consultadas enfatizam o papel de um planejamento nutricional adequado para manter cargas de treino elevadas.

A reportagem do GQ Esporte Clube reúne casos de diversas modalidades para ilustrar a diversidade de caminhos na nutrição esportiva. As histórias mostram que a decisão de seguir vegetarianismo ou veganismo pode ocorrer por motivos de saúde, ética ou ambientais.

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