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Bia retorna ao top 20 e luta para manter pontos no ranking mundial

Beatriz Haddad Maia precisa repetir bons resultados em Monterrey e no US Open para manter sua posição no top 20 do ranking WTA

Foto: Reprodução
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  • Beatriz Haddad Maia retorna ao top 20 do ranking da Associação de Tênis Profissional Feminino (WTA) após a eliminação de Diana Shnaider no torneio de Cincinnati.
  • A brasileira ocupa a 20ª posição, somando 20 semanas entre as melhores jogadoras em 2023.
  • Haddad Maia precisa defender pontos em dois torneios importantes: o WTA 500 de Monterrey e o US Open.
  • Em Monterrey, ela é a quarta favorita e estreia na segunda rodada, o que pode facilitar a conquista de pontos.
  • No US Open, a atleta precisa repetir seu desempenho de 2022, onde alcançou as quartas de final, acumulando 430 pontos.

Miami (EUA) – Beatriz Haddad Maia retorna ao top 20 do ranking WTA após a eliminação da russa Diana Shnaider no torneio de Cincinnati. A brasileira, que já havia saído e voltado à lista em diferentes momentos da temporada, agora ocupa a 20ª posição, somando 20 semanas entre as 20 melhores jogadoras neste ano.

A canhota paulistana, que foi finalista do WTA 250 de Cleveland em 2022, enfrenta um período crítico de defesa de pontos. Para manter sua posição, Bia precisa repetir suas performances do ano passado em dois torneios importantes: o WTA 500 de Monterrey e o US Open. Em Monterrey, onde é a quarta favorita, ela estreia na segunda rodada, o que pode facilitar a conquista de pontos.

Desafios à Vista

No US Open, a tarefa se torna ainda mais desafiadora, já que Haddad Maia alcançou as quartas de final em 2022, acumulando 430 pontos. Atualmente, a diferença de pontos entre Bia e a belga Elise Mertens é de apenas 15 pontos, enquanto a russa Shnaider está 38 pontos atrás. A tcheca Linda Noskova e a canadense Victoria Mbolo estão, respectivamente, 132 e 216 pontos distantes.

A possibilidade de derrotas precoces nos próximos torneios pode resultar na perda de quase 600 pontos, o que colocaria Bia em risco de sair até mesmo do top 30, faixa que não ocupa desde junho de 2022. A pressão é alta, e a atleta precisa se preparar para os desafios que estão por vir.

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