- Luísa Stefani conquistou o título do WTA 500 em Tóquio e subiu ao 16º lugar no ranking de duplas da WTA, a melhor posição em 18 meses; ela compete com Timea Babos e soma quatro títulos em 2023.
- A jogadora teve queda para o 41º lugar em fevereiro, começou a recuperação em junho e, agora, está próxima de alcançar seu segundo melhor fim de temporada. Em 2022 terminou na 28ª posição; neste fim de semana, a classificação para o WTA Finals em Riade pode elevar ainda mais o ranking.
- Ao lado de Babos, Stefani acumula 40 vitórias e 20 derrotas neste ano, com premiação bruta de US$ 469 mil, elevando o total na carreira para 13 troféus e US$ 1,8 milhão.
- A performance recente a coloca em trajetória ascendente, depois de terminar 2021 em dez e 2023 em dezoito, com a possibilidade de melhorar ainda mais a posição ao fim da temporada.
- Além de Stefani, Ana Candiotto subiu 26 posições e agora ocupa o 308º lugar no ranking de duplas, ainda distante do seu recorde pessoal de 284.
Luísa Stefani conquistou o título do WTA 500 em Tóquio, o que a impulsionou para o 16º lugar no ranking de duplas da WTA, a melhor posição em 18 meses. A atleta de 28 anos, que compete ao lado da húngara Timea Babos, já soma quatro títulos em 2023 e está a um passo de alcançar seu segundo melhor ranking de fim de temporada.
Após uma queda para o 41º lugar em fevereiro, Stefani começou sua recuperação em junho e, desde então, vem se destacando no circuito. Em agosto do ano passado, ela havia saído do top 20, terminando a temporada de 2022 na 28ª posição. Agora, com a classificação para o WTA Finals em Riade, que se inicia neste sábado, Stefani tem a chance de melhorar ainda mais sua posição.
Desempenho e Conquistas
Ao lado de Babos, Stefani acumula um total de 40 vitórias e 20 derrotas neste ano, com uma premiação bruta de US$ 469 mil, elevando seu total na carreira para 13 troféus e US$ 1,8 milhão. Essa performance a coloca em uma trajetória ascendente, especialmente considerando que ela terminou como 10ª em 2021 e 18ª em 2023.
Além de Stefani, outras jogadoras brasileiras também se destacam no ranking de duplas. Ana Candiotto, por exemplo, subiu 26 posições e agora ocupa o 308º lugar, embora ainda esteja distante de seu recorde pessoal, que é o 284º. As movimentações no ranking refletem não apenas o desempenho individual, mas também a crescente competitividade das tenistas brasileiras no circuito internacional.
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