- Documentário “Hortência e Paula”, dirigdo por Eduardo Hunter Moura, estreia no Dia Internacional da Mulher, 8 de março, às 23h, destacando Hortência Marcari e Paula Gonçalves.
- A série tem quatro episódios, com duração de cerca de trinta minutos cada, utilizando imagens de arquivo e depoimentos atuais.
- A narrativa celebra a história do basquete feminino brasileiro, relembrando disputas, bastidores da seleção e os desafios da época.
- Os dois primeiros episódios vão ao ar no Sportv no domingo (8) às 23h, e os dois últimos no mesmo canal na segunda-feira (9) às 17h; a produção também fica disponível no Globoplay para assinantes Premium.
- O filme/documentário enfatiza o papel de Hortência e Paula na conquista do Mundial de 1994 e da medalha olímpica em Atlanta, ressaltando a importância das atletas para abrir portas e inspirar novas gerações.
O documentário Hortência e Paula estreia neste Dia Internacional da Mulher, 8 de março, trazendo a trajetória de duas referências do basquete brasileiro. A produção de quatro episódios, com cerca de 30 minutos cada, relembra disputas históricas e bastidores da seleção feminina.
Conduzido pelas próprias atletas, o filme revisita a era de maior visibilidade do esporte, com imagens de arquivo e entrevistas atuais. O foco é o impacto de Hortência Marcari e Paula Gonçalves, ícones que ajudaram a transformar o basquete feminino no Brasil.
Dirigido por Eduardo Hunter Moura, o documentário recorta episódios decisivos da história nacional. A narrativa enfatiza a luta por estrutura, salários e reconhecimento em um período de poucos recursos para o esporte feminino.
Onde assistir
O Sebastião de lançamento ocorre no Sportv, com os dois primeiros episódios em exibição neste domingo às 23h. Na segunda-feira, os episódios 3 e 4 vão ao ar às 17h no mesmo canal.
O conteúdo também fica disponível no Globoplay para assinantes Plano Premium, ampliando o acesso para todo o país. A série destaca o título mundial de 1994 e a medalha olímpica que marcou gerações.
Hortência e Paula aparecem como símbolos de coragem e resistência. A produção enfatiza a contribuição das atletas para a democratização do esporte e o desafio de portas abertas num cenário de investimentos restritos.
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