- Alison ‘Mamute’ e Bruno Schmidt formaram a parceria no início de 2014, levando ao título olímpico em 2016.
- Na final da Rio 2016, no praia de Copacabana, venceram os italianos Nicolai e Lupo por 2 a 0 e ficaram com o ouro.
- No dia a dia, Mamute conta que, ao comer, o celular ficava na mesa e quem tocasse no aparelho pagava a conta, como forma de estimular conversas entre eles.
- Em entrevista ao Lance!, ele diz que esses momentos eram essenciais para manter a boa relação da dupla.
A dupla Alison “Mamute” e Bruno Schmidt formou parceria no início de 2014 e alcançou o topo do vôlei de praia ao conquistar a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016. O sucesso não foi apenas técnico; a convivência diária ganhou um ritual para manter o entrosamento entre a dupla.
Segundo Mamute, na rotina de treino e refeições eles combinavam regras simples para manter o relacionamento: quem tocasse no celular durante as refeições pagaria a conta, criando momentos de conversa e alinhamento entre os dois. Essa prática apareceria como um segredo de convivência compartilhado em entrevista ao Lance!.
A vitória de 2016 aconteceu no dia 19 de agosto, nas areias da Praia de Copacabana. Os brasileiros derrotaram os italianos Nicolai e Lupo por 2 sets a 0, assegurando o título olímpico. A conquista consolidou a parceria e chamou a atenção para a administração do dia a dia da dupla.
Detalhes da parceria e desdobramentos
A relação construída fora das quadras é apresentada como parte do funcionamento da dupla, segundo Mamute, que relatou a rotina de convivência para manter o bom rendimento. O triunfo nas Olimpíadas foi o ápice de uma trajetória que começou anos antes, com dedicação e estratégia compartilhada.
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