- O Equador, com quatro medalhas olímpicas na marcha, mostra força histórica ao ir para o Mundial por Equipes em Brasília no domingo, 12 de abril.
- O país tem Jefferson Pérez como referência, ouro em Atlanta e histórico de pódios, além de atletas recentes como Brian Pintado e Glenda Morejón.
- Brasília, capital a mais de 1.100 metros de altitude, é cenário favorável para a preparação de marchadores, mantendo a relação com a alta performance.
- A brasileira Érica Sena treina na Cuenca e é casada com o treinador Andrés Chocho, que acompanha a delegação equatoriana no Mundial.
- Paula Milena Torres, de 25 anos, é a principal atleta equatoriana no evento, bronze nos 35 km no Mundial de Atletismo de Tóquio 2025, destacando o legado nacional na modalidade.
O Equador chega a Brasília, sede do Mundial de Marcha Atlética por Equipes, neste domingo, com o status de potência da modalidade. A competição acontece na Esplanada dos Ministérios, em meio a um cenário de legado olímpico e de vitórias recentes. O país comemora quatro medalhas olímpicas na marcha, iniciadas com o ouro de Jefferson Pérez em Atlanta.
A capital federal, situada a mais de 1.100 metros de altitude, é citada como ambiente favorável para o desenvolvimento de atletas da região. Entre eles está Caio Bonfim, brasileiro que também treinou no altiplano, destacando a influência das condições locais no rendimento de marcha. A relação entre Brasília e o Equador é ressaltada pela presença de atletas que se referenciam a esse ambiente de alto rendimento.
Érica Sena, veterana da marcha no Brasil, integrou parte da preparação da delegação equatoriana, após se unir ao treinador Andrés Chocho, que acompanha a equipe no Mundial de Brasília. Jefferson Pérez segue como referência histórica, enquanto Brian Pintado e Glenda Morejón já tiveram resultados de destaque em edições anteriores.
Destaques da delegação equatoriana
O principal nome da equipe é Paula Milena Torres, de 25 anos, medalhista de bronze nos 35 km no Mundial de Atletismo de Tóquio 2025. Torres chega motivada pela tradição do país na prova e pela crença na capacidade de manter o legado de sucesso da marcha equatoriana.
Durante a coletiva de imprensa, Torres enfatizou o papel de trabalhar com atletas que já construíram carreiras sólidas no esporte. Ela ressaltou as condições de treino no Equador e a consistência demonstrada ao longo dos anos, além da determinação característica dos atletas locais para alcançar grandes resultados.
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