- Carol Gattaz anunciou aposentadoria do voleibol após décadas de carreira, destacando alívio após anos de dor no joelho.
- Ela relata desgaste físico e emocional nos últimos meses, com o joelho inchado e dolorido mesmo após parar de treinar.
- Nas despedidas, Gattaz relembrou memórias com o elenco da seleção e admitiu que a ausência das companheiras deixará vazio emocional.
- A jogadora esclarece que o suposto romance com Rosamaria era apenas fanfic e que a relação entre ambas sempre foi de amizade.
- Futuramente, Gattaz pretende atuar fora das quadras, com foco em gestão esportiva e, principalmente, na comunicação, incluindo a carreira de comentarista.
Carol Gattaz anunciou a aposentadoria do vôlei após décadas dedicadas ao esporte. A central da seleção brasileira feminina revelou, em entrevista ao Lance!, os bastidores dos últimos meses, o desgaste físico e a decisão que abriu espaço para a nova rotina longe das quadras.
Nos últimos meses, a jogadora afirmou enfrentar dor crônica no joelho, mesmo após parar de treinar. Ela descreveu inchaço frequente e dificuldade de recuperação, com sessões diárias de fisioterapia que não resultaram em melhora significativa.
Apesar do alívio com a decisão, Gattaz lembrou o impacto emocional de deixar as companheiras, especialmente o elenco que disputou os Jogos Olímpicos de Tóquio. Ela também comentou o vínculo com Rosamaria e desfez o boato sobre o suposto romance Rosattaz, afirmando que a relação é de amizade.
Despedida e repercussões
A jogadora destacou que encerra a carreira com foco na longevidade e na disciplina, lembrando que disputou o Mundial aos 41 anos e consolidou um legado de resiliência. A medalha olímpica permanece como ponto alto de sua trajetória.
Ao falar do futuro, Gattaz disse que pretende explorar atividades fora das quadras, com interesse em áreas de gestão esportiva e comunicação. Ela pretende seguir envolvida no esporte, inclusive como comentarista, conforme oportunidades surgirem.
A ex-atleta reforçou gratidão aos fãs e aos clubes pelos quais passou, especialmente Minas e Seleção. Disse que a torcida foi essencial nos momentos de dúvida, mantendo o apoio mesmo em dias difíceis.
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